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Como ter acesso a métodos anticoncepcionais pelo SUS ou pelo plano de saúde

E não são só os mais populares — como camisinha e pílula. DIU, diafragma e até injeção anticoncepcional fazem parte dessa lista

24 de agosto de 2021
Como ter acesso a métodos anticoncepcionais pelo SUS ou pelo plano de saúde

(Imagem: Priscila Barbosa)

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Se você é uma mulher bem informada, muito provavelmente sabe da enorme variedade de métodos anticoncepcionais disponíveis no mercado. E sabe também que é fundamental consultar o seu ginecologista para decidir qual é o método mais indicado para você.

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O que talvez você não saiba é que é possível obter vários tipos de contraceptivos de graça pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou através dos planos de saúde particulares. E não são só os mais populares —como camisinha e pílula. DIU, diafragma e até injeção anticoncepcional fazem parte dessa lista.

Essa é uma informação importante para quem, na hora de escolher o método contraceptivo, acaba optando pelo que é mais em conta e deixa de cogitar opções que poderiam pesar mais no bolso —mas que também podem ser soluções mais eficazes para quem quer evitar a gravidez.

Antes de decidir qual método usar, é importante saber que os contraceptivos podem ser reversíveis ou não, podem ser de curta ou longa duração e também se enquadrar em categorias como de barreira, de emergência e hormonais. Há oferta de todos esses tipos tanto no SUS quanto entre os planos de saúde.

Como a camisinha é o único método capaz de prevenir ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), além de evitar a gravidez indesejada, a maioria dos médicos costuma indicar o uso dela aliado a algum outro método.

Conheça os contraceptivos disponíveis no posto de saúde mais perto de você ou via planos de saúde e não deixe a falta de informação —ou de grana— privar você de usar o método mais adequado.

Métodos disponíveis no SUS

Atualmente, o SUS deve distribuir ou realizar gratuitamente:

• Camisinhas (feminina e masculina)
• Anticoncepcional oral combinado (pílula)
• Minipílula
• Pílula do dia seguinte
• Anticoncepcional injetável (mensal e trimestral)
• Diafragma
• DIU de cobre
• Laqueadura
• Vasectomia

Para ter acesso aos anticoncepcionais pelo SUS, é preciso procurar uma Unidade Básica de Saúde ou um hospital público que ofereça atendimento ginecológico, com o cartão do SUS em mãos, e agendar a consulta com um médico ginecologista. Na consulta, a mulher deve receber mais informações sobre as opções disponíveis.

No caso da escolha pela colocação do DIU pelo SUS, por exemplo, você vai precisar realizar exames prévios, como o papanicolau. Eles servem para avaliar se o corpo está preparado para a inserção. Não havendo contraindicação, é realizado o agendamento, que pode levar de 15 a 60 dias. O tempo de espera vai depender da fila e da infraestrutura local.

A espera, aliás, pode ser a principal diferença que você vai encontrar ao optar por realizar um procedimento pelo SUS em vez do atendimento particular. A oferta de médicos e de anticoncepcionais depende da estrutura e das estratégias das secretarias de Saúde. “Muitas vezes, no sistema público, há falta de médicos e o acesso ao ginecologista, por vezes, é muito difícil”, diz a ginecologista Karen Rocha de Pauw, de São Paulo.

Desde o início da pandemia, especialistas vêm alertando para o risco de o foco na Covid-19 estar sendo usado como justificativa para a suspensão do oferecimento de serviços públicos de planejamento familiar e do acesso à contracepção via SUS e do impacto que isso pode ter sobre a saúde das mulheres.

A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que não haja interrupção do acesso à contracepção por causa da pandemia. Caso uma mulher tenha dificuldade ao tentar obter um contraceptivo pelo SUS, ela deve acionar a ouvidoria da secretaria de Saúde local para formalizar uma reclamação e garantir seu direito à contracepção. As denúncias também podem ser feitas pelo Canal Disque Saúde (136) ou via Ministério Público.

Métodos oferecidos pelos planos de saúde
Para quem pode ter acesso a um plano de saúde particular, outra opção é buscar métodos anticoncepcionais oferecidos pelo convênio. Os métodos anticoncepcionais e procedimentos que devem, obrigatoriamente, ser oferecidos pelos planos de saúde, após o período de carência são:

• DIU hormonal
• DIU de cobre
• Vasectomia
• Laqueadura

“No convênio, a dificuldade muitas vezes se dá pela burocracia: tem que fazer relatório com justificativa, mostrar exame, pedir autorização. E eles podem decidir liberar apenas marcas, locais ou profissionais específicos. Cada convênio faz uma regra diferente o que dificulta o acesso da paciente”, diz a ginecologista Karen Rocha de Pauw.

Caso o convênio não ofereça alguma das opções obrigatórias, por falta de profissional ou material, é possível fazer o serviço com um profissional de sua escolha e pedir reembolso, seguindo as regras do plano.

A lista mínima obrigatória de serviços que os convênios devem oferecer aos usuários, como exames, consultas e procedimentos cirúrgicos, é atualizada a cada dois anos no Rol de Procedimentos da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Você pode consultar essa lista e usá-la para fazer valer seus direitos com o plano de saúde.

Como escolher o anticoncepcional
Antes de decidir qual é o anticoncepcional mais adequado, é essencial que a mulher conheça todas as opções existentes a fim de compreender como cada uma funciona, qual o custo, as vantagens e as desvantagens. O primeiro passo é entender se ela quer algo de curta ou longa duração, provisório ou definitivo.

Depois, é bom avaliar qual método vai mais se adequar à sua rotina —as mais esquecidas, por exemplo, podem optar pelos chamados Larcs (contraceptivos reversíveis de longa duração), no lugar da pílula que precisa ser tomada todos os dias.

Também há outros pontos a se considerar, como a faixa etária, o histórico de saúde e possíveis desequilíbrios hormonais. Por isso, consultar um profissional da área faz parte do processo de decisão. “A avaliação do ginecologista é fundamental para uma boa orientação na escolha do método anticoncepcional mais adequado para cada paciente”, diz a ginecologista Rita Géssia Rodrigues.

Fontes consultadas: Carla Iaconelli, médica ginecologista especialista em reprodução humana, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia e da Clínica Fertility, em São Paulo, Domingos Ciongoli, médico ginecologista da BenCorp e ClubSaude, em São Paulo, Eloisa Pinho, médica ginecologista e obstetra da Clínica Gru Saúde, em Guarulhos (SP), Karen Rocha De Pauw, médica ginecologista e obstetra, especialista da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), Rita Géssia Rodrigues, médica ginecologista da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e Ticiana Cabral, médica ginecologista sócia da Clínica Emeg, em Salvador.

Fonte: Universa/UOL

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