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Ministro da Saúde critica estados e municípios e diz que Brasil não precisa de polêmica

Queiroga foi sabatinado por senadores a um dia da instalação da CPI da Covid

26 de abril de 2021
Evitar lockdown é a ordem, mas temos que fazer dever de casa, diz Queiroga

Marcelo Queiroga, ministro da Saúde (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou hoje que, neste momento, o Brasil não precisa de “polêmica” e que é necessário “passar uma mensagem harmônica à sociedade”. As declarações foram feitas à Comissão Temporária da Covid-19 no Senado. A ida do representante da Saúde acontece um dia antes do início dos trabalhos da CPI da Covid.

Ao falar, porém, o ministro voltou a criticar governadores e prefeitos e afirmou que o ministério publicará uma nota técnica sobre o atraso na vacinação da segunda dose da CoronaVac.

“A aplicação da segunda dose tem sido um pedido de governadores e prefeitos e agora, em face do retardo de insumo vindo da China ao Instituto Butantan, há uma dificuldade na aplicação desta dose”, disse.

“Se nós respeitássemos o nosso PNI (Plano Nacional de Imunização), conforme pactuado na tripartite, ele iria melhor. Ocorre que, os senhores sabem, que há a inclusão de um grupo (prioritário) ou outro e isso termina por alterar a harmonia do nosso programa e atrapalha o nosso processo de vacinação.”
Marcelo Queiroga, ministro da Saúde

A comissão sabatina o ministro sobre o PNI, que tem sofrido com as constantes mudanças nos prazos de vacinação contra o novo coronavírus estipulados pela própria pasta.

Após ser questionado pelos senadores sobre as constantes mudanças nos prazos de entrega dos imunizantes contra a Covid-19, Queiroga afirmou que “em nenhum momento” o ministério reduziu as metas de vacinação.

“O que nós fizemos foi retirar o calendário anteriormente colocado daquelas vacinas que estavam sem aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)”, explicou.

Pouco antes, Queiroga chegou a defender a campanha de vacinação “promovida pelo governo federal” e declarou que “não gostaria” de ver o Brasil “perder tantas vidas”.

“(A vacinação) representa uma esperança e uma solução mais eficaz para o enfrentamento à pandemia.”
Marcelo Queiroga, ministro da Saúde

Com relação à disponibilidade de vacinas à população, o ministro reclamou da imprensa e defendeu uma melhor comunicação entre os estados e municípios com a União. Segundo ele, sendo o Brasil um país “continental”, há uma dificuldade logística na entrega dos imunizantes e que “não há que se comparar o Brasil com Israel e nem com o Chile”.

“O Brasil é o quinto país que mais distribui doses de vacinas e ficam as pessoas aí na mídia criticando o tempo inteiro a campanha nacional de imunização, passando uma mensagem desencontrada para a sociedade brasileira”, afirmou.

Oxigênio e kit intubação
O ministro também se defendeu das críticas que sofreu quando o ministério divulgou uma nota técnica sobre a racionalização do uso do oxigênio hospitalar. Queiroga criticou a divulgação “incorreta” do documento.

“Eu falei em racionalização do oxigênio e foram dizer que eu queria fazer racionamento, o que não é o caso. O que nós precisamos é disciplinar e orientar os médicos para que proceda de maneira correta com esse insumo, porque ele é estratégico.”
Marcelo Queiroga, ministro da Saúde

Sobre a remessa de medicamentos do chamado kit intubação, Queiroga disse que já abriu um pregão “nacional e internacional” para a aquisição dos remédios.

“Em um curto prazo nós vamos anunciar também uma remessa desses insumos vindos dos Estados Unidos”, garantiu.

Sobre o relacionamento do Brasil com as organizações internacionais e, em especial, a OMS (Organização Mundial da Saúde), o governista garantiu que a relação é a “melhor possível”.

“Inclusive, o presidente Tedros Adhanom, em sua conta no Twitter, já publicou, de maneira reiterada, a excelente relação que tem comigo e com o embaixador Carlos França. E essa relação não é comigo e nem com o diplomata, mas com o nosso país, o Brasil”, declarou.

Fonte: UOL

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