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Gordura no fígado é perigosa e não costuma dar sinais; veja como evitá-la

A principal forma de tratar a doença é com mudanças de estilo de vida: alimentação equilibrada e atividade física com frequência

30 de agosto de 2022
Gordura no fígado é perigosa e não costuma dar sinais; veja como evitá-la

(Foto: photohobo/Freepik)

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O aposentado Heides Paulo Pinto, 67, sempre cuidou da saúde. Mas, na pandemia, deixou o check-up para depois, principalmente no momento mais crítico, com aumento de casos e mortes por Covid-19, e ainda sem vacina contra a doença.

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Quando as coisas foram melhorando, no ano passado, procurou os médicos que já faziam parte da rotina dele, um urologista e um cardiologista. Um dos especialistas passou o exame de ultrassom abdominal, que identificou uma alteração do fígado, uma esteatose hepática não alcoólica moderada —a doença também é conhecida por “fígado gorduroso” ou “gordura no fígado”.

O aposentado Heides Paulo Pinto, 67, foi diagnosticado com gordura no fígado (esteatose hepática) no ano passado (Foto: Arquivo pessoal)

“Fiquei surpreso porque não sentia nada. Às vezes, tinha um certo inchaço na barriga, achava que era normal, da alimentação, que tinha comido demais, mas não passava”, lembra o aposentado, que mora no Rio de Janeiro. Com o resultado, o cardiologista sugeriu que ele procurasse um hepatologista, especialista em doenças que afetam o fígado, para investigar melhor.

Quando a médica passou um outro exame, elastografia, que avalia a consistência do fígado, o resultado mostrou que a doença estava, na verdade, avançada.

“Na pandemia, fiquei muito ansioso e comia mais. Morando no Rio, tinha o costume de andar de bicicleta e fazer academia, mas, neste período, parei”, conta Heides.

Tratamento envolve hábitos mais saudáveis
De acordo com Andreia Evangelista, hepatologista do Centro Avançado Hepatobiliar do HSVP-RJ (Hospital São Vicente de Paulo do Rio de Janeiro), não existe um remédio específico que vai resolver o problema. “Estudos mostram benefícios de alguns medicamentos que auxiliam a esteatose: melhorando a inflamação, mas sem tirar a gordura do fígado”, explica a médica que, inclusive, tratou Heides.

Heides voltou a ir à academia e ganhou massa muscular (Foto: Arquivo pessoal)

O que ocorre, na maioria dos casos, é o tratamento da obesidade ou do diabetes com medicamentos que, consequentemente, também auxiliam reduzindo o excesso de gordura presente nas células do fígado.

Por isso, a principal forma de tratar a doença é com mudanças de estilo de vida: alimentação equilibrada e atividade física com frequência. Então, o aposentado começou a ser atendido também por uma nutricionista —momento em que retomou hábitos alimentares mais saudáveis.

“Aprendi a ler melhor os rótulos dos alimentos que comprava. Mudei totalmente, e não foi nada radical”, conta.

As mudanças alimentares de Heides envolveram as seguintes medidas:

• Cortou bastante o consumo de alimentos industrializados, principalmente os ultraprocessados, como sucos de caixa, molhos prontos e presunto;
• Incluiu mais frutas e verduras na dieta;
• Inseriu mais cereais e grãos;
• Reduziu consumo de álcool –que já era baixo.

Em quase 4 meses, Heides já conseguiu controlar o problema, contando também com a prática constante de atividade física. Inclusive, foi de 75 kg para 66 kg. “Já perdi 9 kg e ganhei massa muscular. Com ajuda de um personal, comecei a fazer atividade física”, conta o aposentado, que retomou o hábito de andar de bicicleta.

“É aquela coisa do equilíbrio. Eu estava muito desequilibrado. Agora estou bem, a gente não se dá conta que fazer exercícios e ter uma boa alimentação são coisas tão primordiais.” Heides Paulo Pinto, 67

“Claro que, às vezes, quando dá vontade de comer algo, eu compro, sem exageros como fazia antes. Mas, hoje, como mais frutas e cereais, por exemplo, e reduzi bastante a alimentação gordurosa.”

Heides tratou problema sem mudanças radicais (Foto: Arquivo pessoal)

Heides conta que as médicas o parabenizaram pelo esforço desde o começo. “Vendo fotos antigas, me dou conta de como estou melhor hoje.”

Silenciosa, doença pode ser perigosa se não tratada
A esteatose hepática é quando as células do fígado (hepatócitos) ficam repletas de gorduras em seu interior. Por isso a doença é conhecida por “gordura no fígado” ou “fígado gorduroso”. As principais causas envolvem excesso de peso (sobrepeso e obesidade), sedentarismo, diabetes e colesterol e triglicérides alto.

Como a doença geralmente não dá sintomas, o diagnóstico é mais difícil de fechar. “O exame de rastreio é o ultrassom de abdome, que faz parte da rotina de pessoas com sobrepeso, obesidade, diabetes ou pré-diabetes, além de quem tem colesterol alto”, explica a médica do Hospital São Vicente de Paulo.

Ainda segundo a hepatologista, a maioria dos casos são benignos, sendo “apenas” um marcador de risco ao paciente. No entanto, é preciso ter muito cuidado com o diagnóstico, já que uma esteatose hepática não tratada pode aumentar o risco de outras doenças, como esteato-hepatite, uma inflamação do órgão que resulta no processo de fibrose (cicatrização).

Aposentado durante treino com personal (Foto: Arquivo pessoal)

“Tudo que inflama no organismo, ele repara com uma cicatrização. E o fígado faz a mesma coisa. Só que em alguns casos, essa evolução pode resultar na cirrose hepática, que é fator de risco para o câncer de fígado”, destaca Evangelista.

Para tratar o problema, os dois grandes pilares, de acordo com a médica, são alimentação e atividade física —conforme dito acima. “O paciente precisa mudar o estilo de vida. E isso não significa ‘fechar a boca’ para as comidas e, sim, reaprender a comer bem”, diz.

A importância da alimentação
É essencial evitar alimentos industrializados —como Heides fez—, especialmente os ultraprocessados, que são produtos produzidos pela indústria que devem ser evitados. Alguns exemplos são: sucos de caixa, macarrão e sopas instantâneas, biscoitos, salgadinhos de pacote e sorvete.

“A alimentação saudável e equilibrada, de acordo com as necessidades de cada paciente, é a base para a prevenção e o manejo da esteatose hepática não alcoólica, assim como para diversas outras condições de saúde”, explica a nutricionista Jamile Tahim, mestre pela UECE (Universidade Estadual do Ceará). “Neste caso específico, é essencial uma dieta a base de comida de verdade.”

De acordo com Tahim, é importante inserir fibras, vitaminas e minerais, proteínas, gorduras poli-insaturadas e monoinsaturadas e carboidratos complexos. A especialista deu dicas e sugestões de alimentos que são importantes de incluir na alimentação.

• Frutas: maçã, banana, melão, mamão, uva, kiwi, melancia;
• Legumes e verduras: brócolis, chuchu, alface, cenoura e couve-manteiga;
• Carboidratos em suas versões integrais: pães, arroz e macarrão;
• Fibras, grãos e sementes: aveia, chia, linhaça, gergelim e girassol;
• Tubérculos: batatas e mandioca;
• Leguminosas: feijões, ervilha, grão-de-bico e lentilhas.

Segundo a nutricionista, é essencial restringir a ingestão de álcool, já que ele tem potencial inflamatório, intensificando a sobrecarga de funções hepáticas por gerar substâncias que aumentam o risco de toxicidade que são metabolizados no fígado.

Por fim, ela reforça que a prática de exercício físico é fundamental para o manejo da doença, pois ele melhora a capacidade funcional do nosso organismo e aumenta a sensibilidade da ação de insulina, um hormônio que regula o metabolismo de absorção da glicose após a ingestão de alimentos, evitando os picos de glicemia.

“Essa ação é importante para evitar que o metabolismo transforme o excesso de glicose em uma forma de gordura que entre outros lugares, passa a ser depositada no fígado, piorando a gravidade da doença”, diz Tahim.

Fonte: VivaBem/UOL

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