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Governo Bolsonaro tem a menor média anual de aplicação de vacinas desde 1994

Lula é o líder, seguido por Fernando Henrique Cardoso

9 de abril de 2021
Governo Bolsonaro tem a menor média anual de aplicação de vacinas desde 1994

Bolsonaro estende a mão ao Zé Gotinha, personagem símbolo do programa de vacinação brasileiro, em evento no Planalto (Foto: Sérgio Lima/Poder360)

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O governo do presidente Jair Bolsonaro é, até o momento, o que menos vacinou brasileiros desde 1994, início da atual série histórica do DataSus. Em 2019 e 2020, foram aplicadas 208,6 milhões de doses de vacinas, o equivalente a 0,49 dose por habitante ao ano.

A média está bem distante do auge da vacinação no país, que foi durante o governo petista de Luiz Inácio Lula da Silva, que teve média de 0,81 dose por habitante. Na sequência aparece o tucano Fernando Henrique Cardoso, com 0,77.

FHC, no entanto, protagonizou o maior incremento na vacinação. No ano anterior a assumir o governo, o país aplicou 30,7 milhões de doses, ainda sob a presidência de Itamar Franco. Em 2000, ano em que mais foram aplicadas doses de vacina em todo o governo de FHC, foram 181 milhões. A média de Fernando Henrique é de 127 milhões por ano. Lula teve 151 milhões.

Na gestão Bolsonaro, esse número é de 104 milhões ao ano.

Dilma Rousseff aparece na sequência, com média de 0,72 dose por habitante e Michel Temer obteve 0,52. Nesse caso, porém, é necessária uma ponderação.

O ano com menos vacinas aplicadas foi 2016, quando ocorreu o impeachment. Naquele ano foram 92 milhões de doses. Para esta reportagem, o ano foi contabilizado como parte do governo Temer, que ficou no poder por mais tempo. Caso esse ano não fosse incluído na gestão do emedebista, sua média seria maior: 0,56. Ainda assim, estaria abaixo de Dilma.

Recorde
O ano com maior número de vacinas aplicadas foi 2008, devido à campanha de erradicação da rubéola entre adultos. Foram aplicadas 40 milhões de doses contra a doença em adultos de 20 a 40 anos. O total foi 212.959.507 de doses em 2008.

O responsável pela pasta na época era o então ministro da Saúde José Gomes Temporão. A reportagem, ele destacou que, tanto na época quanto agora, o Brasil tem infraestrutura para encarar o desafio de aplicar o equivalente a 423 milhões de doses, caso a intenção seja a de imunizar toda a população contra a covid-19. “Basta ter vacina e vontade política”, disse.

Na avaliação de Temporão, o fenômeno da redução na aplicação de doses é explicado por uma conjunção de fatores, que incluem falta de priorização dos pais, diminuição do impacto e investimento das campanhas publicitárias e a retórica antivacinas que marcou o início da atual gestão federal.

“Temos uma nova geração de pais que não viu doenças já controladas ou erradicadas, e não priorizam vacinas. Somado a isso, há um baixíssimo investimento em publicidade, fora o negacionismo do presidente”, disse Temporão.

Longo prazo
O infectologista da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia) José David Urbaéz afirma que o investimento insuficiente na vacinação em anos anteriores fará com que o poder público tenha gastos maiores ao longo dos próximos 10 anos, aproximadamente. Isso porque a prevenção de doenças hoje impacta gastos futuros com tratamento.

Urbaéz estima que, no prazo de 10 anos, o investimento de R$ 1 em vacina significa uma economia de R$ 3 em tratamentos. “O problema maior será visto na próxima década”.

Para o também ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT), hoje deputado federal, a redução de vacinação trata-se de uma decisão política. “Basta lembrar que, pela 1ª vez no século 21, em 2019 não cumprimos a meta de vacinação infantil”, lembrou.

Ele criticou também a ausência de ministros e do próprio presidente nas campanhas para vacinar a população. “Você não viu nenhum pronunciamento do Bolsonaro chamando as pessoas para se vacinar, nem de ministros. É algo que todos anos fazíamos e, na semana seguinte, tínhamos recorde de procura”, disse.

Planejamento
A dificuldade para cumprir a meta de vacinar todos os brasileiros contra a covid-19 até o fim do ano tem duas naturezas: a obtenção de doses e o planejamento.

O governo estimou, segundo dados obtidos via LAI (Lei de Acesso à Informação), custos de R$ 38 milhões para a logística das doses. Foram gastos R$ 6,6 milhões ainda no 1º mês de vacinação. Será necessário atualizar esses valores.

Para o ex-diretor do Banco Central Carlos Eduardo de Freitas, trata-se de um problema de planejamento do orçamento público. Na sua avaliação, a extinção do Ministério do Planejamento tornou esse tipo de estimativa mais propensa a falhas.

“O governo vem demonstrando uma dificuldade em se planejar. Criou um ministro da Economia com uma boa ideia, ao menos no papel: centralizar as decisões e ter mais agilidade. O que ocorreu, porém, foi o oposto, perdemos agilidade. Há um excesso de tarefas no topo da pirâmide e coisas simples e óbvias não andam. Quanto menos as difíceis”, analisou.

Fonte: Poder360

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