Anúncio
Hospedagem de sites ilimitada superdomínios
Revista Cariri
  • Início
  • Últimas
  • Regionais
    • Crato
    • Barbalha
    • Juazeiro do Norte
    • Cariri
  • Segurança
  • Brasil
  • Política
    • Análises
  • Saúde
  • Classe A Rádio Hits
  • Rádio Forró das Antigas
  • Contato

Sem Resultado
Ver resultados
  • Início
  • Últimas
  • Regionais
    • Crato
    • Barbalha
    • Juazeiro do Norte
    • Cariri
  • Segurança
  • Brasil
  • Política
    • Análises
  • Saúde
  • Classe A Rádio Hits
  • Rádio Forró das Antigas
  • Contato
Sem Resultado
Ver resultados
Revista Cariri
Sem Resultado
Ver resultados
PUBLICIDADE

Estudo inédito aponta que desigualdade diminuiu nos governos do PT

Resultado contraria pesquisas que mostravam estabilidade ou aumento da iniquidade neste século

24 de outubro de 2021
Ex-presidentes Lula e Dilma (Foto: Cláudio Kbene)

Ex-presidentes Lula e Dilma (Foto: Cláudio Kbene)

PUBLICIDADE

Um novo estudo poderá mudar, pela terceira vez em menos de uma década, a interpretação do que tem ocorrido com a desigualdade de renda no Brasil desde o início deste século.

Curta e siga nossas redes sociais:

• Facebook
• Twitter

Sugira uma reportagem. Mande uma mensagem para o nosso Whatsapp.

Feito por economistas do Insper, o trabalho inédito, ao qual a Folha teve acesso, mostra que a disparidade na distribuição de recursos no país caiu de forma ininterrupta entre 2002 e 2015, voltando a aumentar em 2016 e 2017, mas para um nível inferior ao da virada do milênio.

Os resultados do novo trabalho indicam que todas as fatias da população adulta brasileira —dividida em cem partes iguais, os chamados centésimos da distribuição— situadas abaixo dos 29% mais ricos tiveram crescimento em suas rendas anuais acima da média nacional de 3%, no período analisado.

Já as parcelas da população distribuídas acima desse corte aferiram crescimento médio anual de suas rendas entre 2,4% e 2,9%, inferior, portanto, à média do país. A exceção foram duas fatias próximas ao topo da pirâmide da riqueza do país.

Essa configuração estaria por trás da queda da desigualdade brasileira medida pelo índice de Gini, métrica que vai de 0 (patamar hipotético que refletiria uma sociedade onde os recursos são igualmente distribuídos) a 1 (nível também conceitual, que indicaria um extremo de iniquidade).

Os cálculos indicam que o Gini do Brasil recuou de 0,583 para 0,547, entre 2002 e 2017. O resultado, segundo os economistas, correspondeu à saída de 16 milhões de pessoas da pobreza no período.

Novos resultados contrariam diagnósticos anteriores
Os resultados obtidos pela equipe do Insper contrariam dois diagnósticos que já haviam mudado a percepção de que a concentração de renda no Brasil diminuía na esteira de fatores como ampliação do acesso à educação e programas de transferência de renda.

Ao obter um melhor retrato dos rendimentos dos mais ricos, o primeiro deles mostrava que a desigualdade brasileira tanto era mais alta do que se imaginava anteriormente, quanto permanecia em um nível de relativa estabilidade, não de queda.

Mais recentemente, uma segunda conclusão ainda mais preocupante surgiu.

Em uma nota técnica publicada em dezembro de 2020, os pesquisadores Mauricio de Rosa, Ignacio Flores e Marc Morgan, do World Inequality Lab, centro fundado e codirigido pelo reputado economista francês Thomas Piketty, apresentaram cálculos novos que indicavam um aumento da concentração de renda brasileira.

Os dados que mostram essa trajetória estão disponíveis no site do grupo, o WID.world, e alarmaram a Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), um dos principais centros de diagnóstico sobre problemas econômicos e sociais da região.

“Em alguns casos, como os de Brasil e México, a desigualdade não apenas não caiu, como aumentou, gerando, portanto, um novo alerta para um olhar atento ao processo de distribuição efetiva de renda nos países da região”, ressaltou o Panorama de Indicadores Sociais, publicado em março deste ano pela instituição, em referência ao trabalho dos três pesquisadores.

Em uma entrevista por email com a Folha, Morgan disse que esses resultados serão em breve revistos e que as séries de diferentes indicadores da desigualdade de renda brasileira serão substituídos. Segundo ele, os novos números incluem no cálculo da renda do país transferências do setor público para educação e saúde, que, até então, não eram consideradas nas metodologias do centro de Piketty.

Com isso, explica Morgan, o retrato da desigualdade brasileira será de maior estabilidade e, considerando um dos recortes —o da evolução da fatia da renda apropriada pelos 50% mais pobres do país—, ela, inclusive, recuará.

“A análise de impostos e transferências é um novo aspecto do nosso trabalho, que mostra a importância de transferências de renda sociais (como saúde e educação) para reduzir a desigualdade no Brasil”, diz o economista.

Foi justamente a percepção de que os trabalhos de anos recentes tanto de Morgan quanto de outros pesquisadores falhavam na mensuração da renda dos brasileiros mais pobres que levou os professores do Insper Ricardo Paes de Barros, Laura Muller Machado e Samir Cury e o diretor da Oppen Social Samuel Franco a construir uma nova metodologia.

O resultado do trabalho que eles desenvolveram nos últimos quatro anos será apresentado publicamente, pela primeira vez, nesta segunda-feira (25), em um webinar promovido pelo Insper.

Assim como Piketty e seus colegas, os quatro especialistas brasileiros usaram uma combinação entre dados da Receita Federal, das contas nacionais e de entrevistas domiciliares.

Mas, além de detalhes metodológicos diferentes na apuração e análise dessas informações, a grande novidade do novo trabalho é o uso da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares) e não da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) como o ponto de partida e a espinha dorsal no cálculo de construção da distribuição de renda do país.

Piketty inovou ao usar os dados de declarações tributárias para recalcular séries históricas, primeiro de países desenvolvidos e depois de emergentes, argumentando que eles capturam melhor os rendimentos dos mais ricos.

Esse diagnóstico é, hoje, praticamente consensual. Mas faltava corrigir uma nova distorção possivelmente causada pelo uso dos dados tributários: a subestimação da renda dos pobres.

Além de contabilizar como renda transferências como acesso à educação pública —o que Morgan explicou que está fazendo agora em seu trabalho—, o estudo do Insper e da Oppen Social também captura fontes não monetárias de recursos, como doações de cesta básica ou até extração de lenha para geração de energia.

“A POF oferece um ponto de partida melhor, porque parte importante da renda dos mais pobres é não monetária”, afirma Paes de Barros, também conhecido como PB e considerado um dos expoentes brasileiros na pesquisa sobre pobreza, gastos sociais e educação e um dos idealizadores do Bolsa Família.

Debate público sobre desigualdade ganha novo capítulo
Autor de vários estudos respeitados sobre distribuição de renda, o pesquisador Rodolfo Hoffmann, da USP (Universidade de São Paulo), será um dos debatedores no seminário que PB, Cury e Machado farão nesta segunda. Em setembro, ele já tinha assistido uma apresentação dos economistas sobre o trabalho.

“A metodologia é, sem dúvida, inovadora”, afirma Hoffmann.

Ele também ressalta que o estudo é importante por “mostrar que correções com base nos dados do Imposto de Renda e Contas Nacionais não levam, necessariamente, a mudanças radicais no que se refere ao sentido da variação da desigualdade da distribuição da renda no Brasil”.

Segundo Hoffmann, a subestimação da desigualdade em pesquisas feitas apenas com base na Pnad já era reconhecida por ele próprio e outros economistas há muitos anos.

“Mas levando em consideração outras informações (sobre consumo de diversos tipos de bens, por exemplo), me convenci de que houve queda da desigualdade no Brasil de 2001 a 2014”.

Os achados de PB e seus coautores tendem a esquentar o debate público sobre o tema a um ano da eleição presidencial, em que a desigualdade certamente ocupará grande parte das discussões.

A crise causada nesta semana pela tentativa do governo de alterar as regras fiscais a fim de aumentar o benefício que será pago pelo Auxílio Brasil, programa que substituirá o Bolsa Família, já é um sinal disso.

Evidências recentes são de que, na esteira da crise econômica gerada pela pandemia e por ruídos políticos, a pobreza tem aumentado.

Para Cláudia Costin, diretora do Ceipe/FGV (Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais), a população antes das crises recentes podia perceber em seu cotidiano as melhoras na redução da desigualdade e no acesso à educação.

Ela ressalta, no entanto, que a desigualdade, que já vinha aumentando nos anos mais recentes, deve ficar ainda mais grave depois da pandemia. “A janela de saída, que o investimento em educação representa, vem ficando mais estreita.”

“A educação como vetor para a redução da desigualdade não perdeu importância, apesar de tudo. Talvez essa perspectiva ruim se deva mais aos efeitos da pandemia e à falta de coordenação de uma política nacional para a educação”, diz.

O impacto positivo da educação que os economistas medem em seus estudos é percebido por Rosely Mendes Couto, 55, na prática. Apesar de todas as dificuldades, ela se move pelo futuro do neto John Lorenzo, de cinco anos, que ela ajuda a criar.

“Meus filhos não quiseram continuar estudando depois do ensino médio. Acho que eles estariam em condição melhor hoje se tivessem continuado, que é o que desejo para meu neto”, diz ela, que já trabalhou como enfermeira, foi dona de pizzaria e, hoje, atua em eventos.

O filho de Rosely tem 31 anos e é tatuador, já a filha, de 28, que é mãe de Lorenzo, está desempregada.

A crença na importância da educação faz com que Rosely cite o acesso à creche pública do neto como uma das melhorias que percebeu no país nas últimas duas décadas.

“Ele agora está na escolinha, mas nunca faltou vaga para ele na creche. Na época dos meus filhos pequenos, não foi assim”, diz.

Fonte: Folhapress

Revista Cariri Recomenda

Aniversário do PT reúne Lula, Camilo, Elmano, Evandro e Chagas na Bahia (Foto: Reprodução/Instagram)
Política

Lula, Camilo, Elmano, Evandro e Chagas se reúnem para celebrar aniversário do PT na Bahia

7 de fevereiro de 2026
Fachada do palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
Política

Por unanimidade, STF decide que caixa dois pode gerar responsabilização e improbidade na Justiça Eleitoral

6 de fevereiro de 2026
Ministro Flávio Dino em sessão plenária do STF (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)
Política

Flávio Dino determina suspensão de “penduricalhos” e supersalários no serviço público

6 de fevereiro de 2026
Professores graduados contratados para a carga horária de 40 horas semanais terão como piso o valor de R$ 5.229,66 (Foto: Tatiana Fortes/Governo do Ceará)
Política

Alece aprova reajuste salarial e novas regras para professores da rede estadual

5 de fevereiro de 2026
Próximos
(Foto: Divulgação)

Após um mês de altas consecutivas, gás de cozinha no Ceará chega a R$ 115

(Foto: Reprodução)

Grave acidente deixa duas mulheres mortas e dois homens feridos na CE 292, em Barbalha

O ator Wagner Moura (Foto: Bob Wolfenson/Divulgação)

Bolsonaro veio do esgoto da história, diz Wagner Moura

Mais Lidas

  • (Foto: Freepik)

    Trava Zap: o que são as mensagens que travam o WhatsApp

  • Anvisa registra seis mortes suspeitas e casos de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil

  • Jovem de 23 anos sofre tentativa de homicídio à bala em Mauriti

  • Cariri bate recorde de novas empresas no primeiro semestre com crescimento de 42%

  • Secretaria se reúne com municípios para preparativos do uso da vacina Pfizer no Ceará

© Revista Cariri - Desenvolvido por Clik Design.

Arquivos

  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019

Categorias

  • Análises
  • Avisos e Editais
  • Barbalha
  • Brasil
  • Cariri
  • Carreira & Oportunidades
  • Ceará
  • Colunistas
  • Conteúdo Patrocinado
  • Copa do Mundo 2022
  • Coronavírus
  • Cotidiano
  • CPI da Covid
  • Crato
  • Cultura
  • Curiosidades
  • Desmentindo boatos
  • Economia & Negócios
  • Educação
  • Eleições 2020
  • Eleições 2022
  • Eleições 2024
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Famosos
  • Geral
  • Juazeiro do Norte
  • Meio Ambiente
  • Morte do Papa Francisco
  • Mundo
  • Novelas
  • Opinião
  • Política
  • Posse de Lula
  • Regionais
  • Saúde
  • Segurança
  • Tecnologia


Canetas emagrecedoras têm alerta para pancreatite na bula (Foto: Samuel Pinheiro/Revista Cariri)
Saúde

Anvisa registra seis mortes suspeitas e casos de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil

7 de fevereiro de 2026

Seis mortes suspeitas e 225 casos de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras foram notificados à Agência Nacional de...

Leia Mais
Imóvel disponível pelos Correios na cidade de Catarina (Foto: Correios/VIP Leilões)

Correios colocam à venda seis imóveis no Ceará em leilões digitais; veja valores e como participar

7 de fevereiro de 2026
Baliza deixa de ser exigida no exame prático a partir de segunda (9) no Ceará (Imagem gerada por IA)

Detran-CE deixa de aplicar prova de baliza em exames práticos a partir de segunda-feira (9)

7 de fevereiro de 2026
Aniversário do PT reúne Lula, Camilo, Elmano, Evandro e Chagas na Bahia (Foto: Reprodução/Instagram)

Lula, Camilo, Elmano, Evandro e Chagas se reúnem para celebrar aniversário do PT na Bahia

7 de fevereiro de 2026
A pressão alta afeta o coração e pode comprometer vários órgãos (Imagem gerada por IA)

Hipertensão compromete outros órgãos; confira 10 fatores de risco

7 de fevereiro de 2026
Canetas emagrecedoras têm alerta para pancreatite na bula (Foto: Samuel Pinheiro/Revista Cariri)
Saúde

Anvisa registra seis mortes suspeitas e casos de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil

7 de fevereiro de 2026

Seis mortes suspeitas e 225 casos de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras foram notificados à Agência Nacional de...

Leia Mais
Imóvel disponível pelos Correios na cidade de Catarina (Foto: Correios/VIP Leilões)

Correios colocam à venda seis imóveis no Ceará em leilões digitais; veja valores e como participar

7 de fevereiro de 2026
Baliza deixa de ser exigida no exame prático a partir de segunda (9) no Ceará (Imagem gerada por IA)

Detran-CE deixa de aplicar prova de baliza em exames práticos a partir de segunda-feira (9)

7 de fevereiro de 2026
Aniversário do PT reúne Lula, Camilo, Elmano, Evandro e Chagas na Bahia (Foto: Reprodução/Instagram)

Lula, Camilo, Elmano, Evandro e Chagas se reúnem para celebrar aniversário do PT na Bahia

7 de fevereiro de 2026
A pressão alta afeta o coração e pode comprometer vários órgãos (Imagem gerada por IA)

Hipertensão compromete outros órgãos; confira 10 fatores de risco

7 de fevereiro de 2026
  • Anuncie
Sem Resultado
Ver resultados

© Revista Cariri - Desenvolvido por Clik Design.