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Carteira de vacinação de Bolsonaro teria sido adulterada por secretário preso

Ex-presidente foi alvo de um mandado de busca e apreensão na manhã desta quarta-feira (3), na Operação Venire, da Polícia Federal

3 de maio de 2023
Corregedor da Justiça Eleitoral abre mais uma investigação contra Bolsonaro no TSE; já são 16

Bolsonaro em foto de 30 de outubro de 2022 (Foto: Mauro Pimentel/AFP)

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi alvo de um mandado de busca e apreensão na manhã desta quarta-feira (3), na Operação Venire, da Polícia Federal (PF), que investiga a inserção de dados falsos de vacinação contra a Covid-19.

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As carteiras de vacinação de Bolsonaro, da filha dele, Laura Bolsonaro, e do ex-ajudante de ordens Mauro Cid Barbosa, da mulher e da filha, teriam sido adulteradas. A PF ainda investiga os certificados de outras pessoas, como o da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

O secretário de Cultura e Turismo do município de Duque de Caxias (RJ), João Carlos Brecha, é suspeito de inserir dados falsos na carteira de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo apurou o Estadão/Broadcast. Ele está entre os presos da operação Venire, da Polícia Federal.

Brecha teria acessado o sistema do ConectSus e inserido dados de vacinação no Estado do Rio de Janeiro em outubro de 2022, entre o primeiro e o segundo turno da eleição. Procurado pela reportagem antes de ser preso, Brecha disse que desconhecia qualquer procedimento envolvendo seu nome e que, se fosse notificado, apresentaria resposta às suas indagações. Disse ainda que não tinha “nenhuma relação com o ex-presidente ou com sua família”.

Essa suposta falsificação seria para utilizar os cartões de vacinação para entrada nos Estados Unidos, burlando as restrições sanitárias impostas pelo país norte-americano e pelo Brasil.

Conforme a PF, a investigação indica que o objetivo do grupo seria manter coeso o elemento identitário em relação a suas pautas ideológicas, no caso, sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a Covid-19. As ações ocorrem dentro do inquérito policial que apura a atuação do que se convencionou chamar “milícias digitais”, em tramitação perante o Supremo Tribunal Federal.

Os dados falsos foram inseridos entre novembro de 2021 e dezembro de 2022, nos sistemas SI-PNI e RNDS do Ministério da Saúde. Os fatos investigados configuram em tese os crimes de infração de medida sanitária preventiva, associação criminosa, inserção de dados falsos em sistemas de informação e corrupção de menores.

Celulares apreendidos
Os celulares de Bolsonaro e de Michelle foram apreendidos pela PF após a operação ser deflagrada. Segundo a colunista Bela Megale, do jornal O Globo, até o momento, Bolsonaro não forneceu a senha de seu celular. Michelle inicialmente também não passou a senha, mas depois autorizou o acesso ao seu aparelho.

Os celulares fazem parte da lista de itens que estão sendo apreendidos. Equipe de investigação esteve na casa do ex-presidente para busca e apreensão.

Prisões
Nesta quarta, a PF também prendeu o tenente-coronel Mauro Cid Barbosa, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e outros dois seguranças – o policial militar Max Guilherme e o militar do Exército Sérgio Cordeiro, e o secretário municipal de Governo de Duque de Caxias (RJ), João Carlos de Sousa Brecha.

Segundo a corporação, foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão preventiva, em Brasília e no Rio de Janeiro, além de análise do material apreendido durante as buscas e realização de oitivas de pessoas. Jair Bolsonaro não foi alvo de mandado de prisão, mas deve prestar depoimento ainda hoje, em Brasília.

Fonte: Terra (Com informações do Estadão Conteúdo)

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