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Repórteres Sem Fronteiras põe Bolsonaro na lista de ‘predadores da liberdade de imprensa’

Relatório elenca 37 chefes de Estado ou de governo que 'impõem uma repressão em massa da liberdade de imprensa no mundo', entre eles Kim Jong-un, Vladimir Putin e Bashar al-Assad

6 de julho de 2021
Bolsonaro defende atraso em boletins de Covid-19 para “não atender a Globo”

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) {Foto: Wallace Martins/Futura Press/Estadão Conteúdo)

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O presidente Jair Bolsonaro entrou para uma lista de chefes de Estado ou governo considerados “predadores da liberdade de imprensa”. A Repórteres Sem Fronteiras (RSF), uma das mais respeitadas organizações internacionais em defesa da liberdade de informação, afirmou que Bolsonaro dificulta a vida de jornalistas desde que assumiu o cargo (e que a agressividade atingiu novos níveis na pandemia).

Segundo a ONG, a marca registrada do presidente brasileiro é insultar, difamar e humilhar jornalistas vistos como muito críticos ao governo. O perfil de Bolsonaro na página da RSF diz que apoiadores do presidente lançam ataques sexistas contra jornalistas mulheres e que um dos alvos frequentes é a Globo.

Entre as 37 pessoas na lista de “predadores da liberdade de imprensa” também estão ditadores e líderes autoritários como: os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e o da Rússia, Vladimir Putin; o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán; e os ditadores da Coreia do Norte, Kim Jong-un, e da Síria, Bashar Al-Assad (veja aqui a lista completa).

Além de Bolsonaro e de “tiranos veteranos”, como Kim Jong-un e Putin, a edição 2021 do relatório cita pela primeira vez duas mulheres e um europeu (veja no vídeo acima e mais detalhes abaixo). O último relatório da ONG tinha sido publicado em 2016.

Detalhes do relatório
Todos os 37 chefes de Estado ou de governo citados restringem a liberdade do exercício do jornalismo com a “criação de estruturas de censura, a detenção arbitrária de profissionais da mídia e a incitação à violência contra os jornalistas”, afirma a ONG internacional.

Há inclusive “predadores” que estão diretamente ligados a assassinatos de profissionais da mídia, como o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, envolvido na morte atroz do jornalista saudita Jamal Khashoggi.

Entre os citados, 16 representam países que integram a pior posição do relatório anual da RSF sobre a liberdade de imprensa e 19 vêm de países que figuram na “lista vermelha”, onde o exercício do jornalismo é considerado difícil (caso do Brasil).

A média de idade dos chefes de governo é de 66 anos, e quase a metade dos citados (17 dos 37) entrou para a lista pela primeira vez. Mais de um terço deles (13) são da Ásia e da região do Pacífico.

“Cada um desses predadores tem um método particular. Alguns impõem o terror com ordens irracionais e paranoicas, outros criam estratégias baseadas em leis restritivas”, afirmou o secretário-geral da organização, Christophe Deloire. “Temos de impedir que suas formas de impor a repressão se tornem o ‘novo normal’.”

Bolsonaro e o Brasil
Para cada predador, a RSF publica um perfil, revelando seus métodos de repressão e censura. Sobre Jair Bolsonaro, a organização diz que o presidente brasileiro alimenta um clima de ódio e desconfiança (leia aqui o texto sobre o presidente brasileiro).

“Ameaças, agressões, assassinatos… O Brasil continua sendo um país particularmente violento para a imprensa, onde muitos jornalistas são mortos em conexão com seu trabalho”, diz o relatório.

Segundo a RSF, “o trabalho da imprensa brasileira se tornou especialmente complexo desde que Jair Bolsonaro foi eleito presidente, em 2018. Insultos, difamação, estigmatização e humilhação de jornalistas passaram a ser a marca registrada do presidente brasileiro”.

A crise provocada pela Covid-19 piorou ainda mais a situação. “A pandemia de coronavírus expôs sérias dificuldades de acesso à informação no país e deu origem a novos ataques do presidente contra a imprensa, que ele rotula como responsável pela crise e que tenta transformar em verdadeiro bode expiatório”.

O relatório também diz que “a mídia brasileira ainda é bastante concentrada, principalmente nas mãos de grandes famílias, com frequência próximas da classe política” e que “o sigilo das fontes é regularmente prejudicado e muitos jornalistas investigativos são alvo de processos judiciais abusivos”.

Novos e velhos tiranos
Além de Bolsonaro e Mohammed bin Salman, também entraram para a galeria dos tiranos da liberdade de imprensa o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, defensor autoproclamado da democracia “iliberal”.

As duas mulheres que entraram para a lista são: Carrie Lam, que dirige Hong Kong e reprime, a mando da China, o movimento pró-democracia do território semiautônomo chinês; e a primeira-ministra de Bangladesh, Sheikh Hasina, que comanda o país desde 2009.

Entre os “predadores históricos”, que figuram na lista da RSF há mais de 20 anos, estão o ditador da Síria, Bashar al-Assad; o líder supremo do Irã, Ali Khamenei: e os presidentes russo, Vladimir Putin, bielorusso, Alexandre Lukashenko, e venezuelano, Nicolás Maduro.

Também integram o seleto grupo os africanos Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, da Guiné Equatorial; Paul Kagamé, de Ruanda; e Issaias Afwerki, da Eritreia.

Fonte: G1

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