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Focos de incêndio em agosto batem recorde para o mês em 22 anos

Estado do Amazonas já havia registrado 51,7% de aumento no primeiro semestre do ano deste ano. Especialistas afirmam que o fogo é consequência de incêndios criminosos e de políticas anti-ambientais.

29 de agosto de 2020
Focos de incêndio em agosto batem recorde para o mês em 22 anos

Queimadas na Amazônia chamaram atenção da comunidade internacional (Foto: Carl de Souza/AFP)

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O número de focos de queimadas registrados no Amazonas atingiu 10.234 este ano, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desse total, mais de 7,6 mil ocorreram somente em agosto, maior registro para esta época desde 1998, quando os dados passaram a ser divulgados.

O mês de agosto costuma ser o mais seco do ano na região e também é o período em que ocorrem os maiores índices de queimadas. Especialistas afirmam que o fogo é consequência de incêndios criminosos e de políticas anti-ambientais.

No primeiro semestre do ano, o Estado já havia registrado um aumento de 51,7% na quantidade de focos de queimada, em comparação com o mesmo período do ano passado. O quantitativo de queimadas no primeiro semestre deste ano bateu recorde dos últimos quatro anos no estado.

De 1 até o dia 27 de agosto, foram contabilizados 7.620 focos ativos de queimadas no Estado, 952 a mais que em 2019, que teve 6.668 registros, o segundo maior número no período de acompanhamento. O terceiro maior número de focos no mês de agosto aparece em 2005, com 5.981, e na quarta posição vem o dado de 2010, com 5.261.

Segundo o Inpe, os três municípios mais afetados são, até o momento, Apuí, com 2.284 registros; Novo Aripuanã, com 1.415; e Lábrea, com 1.217 focos ativos.

Ainda conforme o monitoramento parcial do ano, o Amazonas, Pará e Mato Grosso concentram os maiores focos de queimadas no país.

O cientista e doutorando em Biologia (Ecologia) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Lucas Ferrante, falou que o aumento no número de queimadas é reflexo de uma série de ações do Governo Federal.

“Esse aumento, tanto de queimadas quanto no número de desmatamentos, é fruto de uma política anti-ambiental, que tem sucateado os órgãos ambientais e instituído uma militarização desses órgãos, justamente para impedir esses órgãos de atuarem no combate ao desmatamento e as queimadas, principalmente em prol de um sistema ruralista, que tende a querer ocupar novas áreas na Amazônia”, denunciou.

O cientista explicou que o mês de agosto costuma registrar os maiores índices de queimadas no ano, por conta do início do período seco na Amazônia. De acordo com ele, há estudos que confirmam que, mesmo na época da seca, a floresta pega fogo apenas por incêndios criminosos.

“Muita gente compara a Amazônia com a Savana Africana e fala que a Savana sempre pega fogo e ninguém fala sobre. Mas não. A Savana já é adaptada pra isso. Na Amazônia, o fogo não é natural e sequer as árvores são adaptadas pra isso. É um mês mais seco, o que torna possível colocar fogo na floresta”, disse.Todos os dados do monitoramento de queimadas produzidos pelo Inpe são atualizados automaticamente após a passagens dos satélites utilizados, explicou o órgão.

Sobre o aumento nos focos de queimadas, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) informou que tem priorizado o combate ao desmatamento e às queimadas ilegais no estado, a partir do decreto de emergência ambiental, em 21 de maio.

De acordo com a secretaria, o decreto adiantou em três meses o início da Operação Curuquetê 2, que está na segunda fase de ações articuladas no Sul do Amazonas. “Nesta etapa, as ações estão concentradas especialmente no município de Apuí – que lidera o número de focos de calor registrados em 2020 no estado. Os pontos críticos são sobretudo os assentamentos e glebas federais”, informou.

O governo cita também a criação do Plano de Prevenção e Controle ao Desmatamento e Queimadas do Amazonas (PPCDQ-AM), que tem com foco inicial na estruturação das ações de comando e controle executadas na Operação Curuquetê 2, e a análise diária dos focos de calor e o monitoramento dos alertas de desmatamento, a partir de dados do Inpe.

“A partir do cruzamento de dados, técnicos da Secretaria do Meio Ambiente geram informações georreferenciadas para o alinhamento estratégico das equipes de fiscalização em campo, coordenadas pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam)”, diz.

Nova política de controle
Nesta sexta-feira (29), o Ministério do Meio Ambiente anunciou que, a partir de segunda (28), as ações de combate ao desmatamento ilegal na Amazônia serão suspensas.

Em nota, o órgão afirmou que suspensão é motivada por um bloqueio financeiro determinado pela Secretaria de Orçamento Federal em verbas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A decisão vem na contramão de uma declaração do vice-presidente da República e chefe do Conselho da Amazônia, general Hamilton Mourão, que, em julho, disse a representantes de fundos globais que o país teria bons resultados a mostrar no combate às queimadas na Região.

Mourão afirmou no fim da tarde desta sexta-feira (28) que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, se precipitou ao anunciar a suspensão das operações de combate ao desmatamento e às queimadas na floresta amazônica e no Pantanal.

Segundo Mourão, o bloqueio orçamentário de R$ 60,6 milhões do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) — apontado pelo Ministério do Meio Ambiente como motivo para a suspensão das operações, anunciada nesta sexta — não será efetuado.

Fonte: G1

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