Nesta quinta-feira (23), os professores da rede pública municipal de Barbalha paralisaram as atividades em busca do reajuste linear de 14,95%. A categoria também repudiou, nas ruas, o fato do aumento de 16,1%, anunciado pela Prefeitura, beneficiar apenas 33 educadores, com formação em nível médio, deixando os demais profissionais, mais de 600, sem reposição salarial em 2023.
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Organizado pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Barbalha (SINDMUB), o protesto também apontou que, no ano passado, esses professores já perderam 22,24%, tendo em vista que o percentual aplicado pelo município foi inferior aos 33,2% de reajuste demandado em 2022 pelos mecanismos de cálculo da Lei do Piso do Magistério.
Conforme nota da representação labora, tudo isso “desvalorizou a carreira, achatou salários e descontruiu o PCCR do magistério ao ponto de igualar os salários”, aponta.
A situação é tão estranha, ainda conforme o Sindicato, que se o município insistir com a implementação do aumento superior a 14% apenas para 33 professores de ensino médio, esses ultrapassarão os valores pagos aos professores de carreira até a quarta faixa na tabela de valores do Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações (PCCR).
*Com informações da Fetamce










