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Variante Delta no Brasil: médicos divergem sobre antecipação da 2ª dose no Ceará para conter vírus

Possibilidade ainda não foi discutida pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesa)

8 de julho de 2021
Mapa mostra transmissão ‘extremamente alta’ de Covid-19 em quase todo o Brasil
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A chegada da variante Delta do coronavírus ao Brasil divide espaço, hoje, com uma preocupação: os impactos na vacinação. Especialistas ouvidos avaliam que, diante da falta de imunizantes, o Ceará precisa priorizar e antecipar a aplicação da 2ª dose para proteger a população contra a cepa.

Por meio de assessoria de comunicação, a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) informou que a estratégia ainda não foi cogitada ou discutida pela Pasta.

Sobre a possível antecipação da aplicação da D2 de imunizantes como os da Astrazeneca e da Pfizer, a Secretaria de Saúde de Fortaleza (SMS) disse que “segue as orientações do Ministério da Saúde (MS), citados no Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19”.

Destacou ainda que, “conforme o plano, os imunobiológicos da AstraZeneca e Pfizer possuem os intervalos indicados entre a primeira e a segunda dose de 30 a 90 dias, a CoronaVac tem o prazo de 14 a 28 dias, entre as duas doses. Já a Janssen é ministrada com dose única”.

Mais de 3,3 milhões de pessoas já tomaram a 1ª dose da vacina no Estado, mas só 1.145.665 completaram o esquema e estão imunizadas. Além destas, outras 60.933 tomaram o imunizante da Janssen, de dose única, e também estão protegidas contra a Covid.

Os dados são da Sesa, atualizados até 17h de segunda-feira (5), quando o Estado já havia recebido 5.380.288 doses de imunizantes contra a doença.

Em Fortaleza, até essa quarta-feira (7), segundo a SMS, já foram aplicadas mais de 1,6 milhão de doses, contemplando 1.250.575 fortalezenses com a primeira dose, e 373.541 pessoas com o esquema vacinal completo, imunizados com as duas doses.

Tempo menor entre doses
A chegada de novas doses, porém, não acompanha a necessidade. O intervalo entre as aplicações da vacina da Astrazeneca, por exemplo, pode ser de 1 a 3 meses, conforme a bula, mas o tempo maior é adotado no Brasil para que se consiga vacinar mais pessoas com a 1ª dose.

O mesmo ocorre com o imunizante Comirnaty, da Pfizer, cuja bula recomenda um intervalo de 21 dias ou mais entre as doses, tempo que foi estendido para 3 meses, no Ceará e nos demais estados.

Caroline Gurgel, epidemiologista e professora do Departamento de Saúde Comunitária da Universidade Federal do Ceará (UFC), reforça que “quem não tem o esquema completo não está protegido”, e defende que o Estado priorize o avanço da 2ª dose.

É muito melhor que a gente consiga vacinar uma grande proporção de pessoas com as duas doses do que ter um número muito maior, mas com uma dose só. A eficácia de apenas uma dose é bem menor.

A profissional de saúde destaca que, embora “nenhuma vacina seja 100% eficaz”, todas preparam o organismo para que, num possível contato com o vírus, “a infecção seja de curso leve”. Por isso, ela frisa, a imunidade de rebanho só é atingida após a população receber as duas aplicações.

No Ceará, segundo Caroline, a vacinação tem avançado, mas não em velocidade capaz de acompanhar a disseminação do vírus. “O que precisamos fazer é andar a passos lentos quanto à abertura das atividades e acelerar ao máximo a vacinação, mas está acontecendo o contrário”, opina.

Quando se tem uma nova variante, é alerta máximo para reduzir a circulação de pessoas. A proteção da vacina não é individual: é coletiva. Precisamos de 80% da população imunizada para que o vírus não chegue às mais suscetíveis.

Qual a eficácia das vacinas só com 1ª dose?
O imunologista Edson Teixeira reconhece a importância de termos “o maior número de indivíduos com cobertura vacinal no momento da chegada dela no Ceará”, mas discorda de uma mudança no processo de vacinação a esta altura.

“Não é prudente nós alterarmos muito os prazos com relação à D1 e à D2 nesse momento, visto que é necessário que a população compreenda a importância de retornar à unidade e completar o esquema. Quanto mais variação, menos aderência das pessoas”, pontua.

O ideal, segundo o professor do Departamento de Patologia e Medicina Legal da UFC, “seria que tivéssemos vacinas para completar o esquema de quem já tomou a 1ª dose e iniciar o mais rápido possível as vacinas em quem não tomou”, mas não é a realidade de um País que atrasou a compra de imunizantes.

Algumas dessas vacinas, sobretudo Astrazeneca e Pfizer, promovem um grau de proteção importante após a 1ª dose, embora seja fundamental que se complete o esquema vacinal com a 2ª.

Sobre a variante indiana, Edson observa que “nos países onde houve circulação dela e que já haviam utilizado vacinas semelhantes às nossas, não aumentou o número de mortes e internações”.

O imunologista ressalta que “proteção completa, só com as duas doses”, mas comenta sobre estudos relacionados à proteção conferida pela primeira aplicação dos imunizantes.

Nova variante Delta
Caroline Gurgel alerta que “a variante Delta é de preocupação para nós, pela alta transmissibilidade e pelo potencial de adoecimento e mortalidade”, e que “veio para ficar”, já que “na disputa entre os vírus respiratórios, a cepa mais evoluída sempre vence”.

Érico Arruda, infectologista do Hospital São José (HSJ), reitera a necessidade de atenção das autoridades de saúde para evitar a entrada e a proliferação da variante no Ceará, diante da gravidade com que ela pode afetar inclusive a imunização da população.

“Estudos com pessoas vacinadas mostram que a produção de anticorpos não é suficiente para inativar totalmente a replicação dessas variantes – o que não quer dizer que as vacinas não protejam, mas que a produção de anticorpos e a qualidade deles é diferente”, explica.

O médico é categórico ao afirmar que, até agora, “a vacinação é a intervenção mais importante de todas para reduzir a velocidade da pandemia, restringir o número de casos novos e diminuir os graves”.

“Mesmo contra a variante Delta, o melhor que podemos fazer é aumentar a proteção da população com as vacinas, além de manter as outras medidas de proteção.”
Érico Arruda, infectologista

Por Theyse Viana

Fonte: Diário do Nordeste

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