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O ano termina. E o que você fez? – Por Mirta Lourenço

Colunista escreve semanalmente no Revista Cariri

2 de dezembro de 2023
O ano termina. E o que você fez? – Por Mirta Lourenço

(Foto: Ian Schneider/Unsplash)

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O ano se despede, escorrendo pelos dedos como a areia fina de uma ampulheta. As luzes piscantes das decorações natalinas começam a se apagar, e é como se o tempo, por um breve instante, fizesse uma pausa para nos fazer refletir: “O ano termina. E o que você fez?”

Enquanto o mundo lá fora continua a sua dança acelerada, aqui dentro, no âmago do meu ser, é como se um filme passasse diante dos meus olhos. Cada cena, um mês. Cada personagem, uma experiência. E eu, espectador e protagonista da minha própria jornada, me pego pensando no que fiz, no que vivi, no que aprendi.

Janeiro foi o mês da promessa, daquelas resoluções que fazemos com a empolgação típica de quem acredita que o novo ano trará uma nova versão de nós mesmos. Lembro-me das listas, dos planos, das metas meticulosamente traçadas. Algumas cumpridas, outras esquecidas no canto da agenda.

Fevereiro foi o carnaval da vida, com seus ritmos frenéticos e cores vibrantes. Houve alegrias, risadas, momentos de pura euforia. Mas, como em toda festa, também houve desafios, obstáculos que nos fizeram dançar conforme a música, mesmo quando ela parecia desafinada.

Março trouxe consigo a serenidade do outono. Foi tempo de colher o que plantamos, de observar as folhas que caíram, de aceitar que nem tudo precisa ser constante. Às vezes, é necessário deixar ir para dar espaço ao novo que está por vir.

Abril foi o mês das surpresas, daqueles plot twists que a vida nos reserva quando menos esperamos. Aprendi que nem sempre o roteiro que escrevemos é seguido à risca, e que a verdadeira magia está na capacidade de se adaptar às reviravoltas inesperadas.

Maio foi o mês das flores, das pequenas alegrias que brotam mesmo nos terrenos mais áridos. Aprendi a valorizar os momentos simples, os gestos de carinho, os sorrisos compartilhados. Descobri que a beleza está nas pequenas coisas, muitas vezes despercebidas.

Junho trouxe consigo o frio da introspecção. Foi tempo de olhar para dentro, de confrontar os fantasmas que habitam o sótão da alma. Descobri que o autoconhecimento é uma jornada contínua, cheia de descobertas e redescobertas.

Julho foi o auge do calor, das paixões que queimam como o sol de verão. Houve amores intensos, mas também despedidas necessárias. Aprendi que nem todas as histórias precisam ser eternas, e que o importante é viver cada capítulo com intensidade.

Agosto foi o mês da mudança, daquele vento fresco que nos faz repensar caminhos e escolhas. Aprendi que a vida é feita de ciclos, e que é preciso estar aberto às transformações que nos impulsionam para frente.

Setembro foi o mês da primavera, da renovação e do florescer. Percebi que, mesmo após os invernos mais rigorosos, há sempre a promessa de um recomeço. Descobri a força que reside na capacidade de se reinventar.

Outubro foi o mês das cores vibrantes, das folhas que caem para dar espaço a uma nova paleta. Aprendi que a beleza está na transição, no movimento constante da vida. Cada mudança é uma oportunidade de crescimento.

Novembro foi o mês da gratidão, da reflexão sobre as bênçãos que permeiam nossa jornada. Descobri que, mesmo nos momentos difíceis, há sempre motivos para agradecer. Aprendi a enxergar a beleza na imperfeição da existência.

E agora, dezembro se despede com suas festas e celebrações, como um grand finale que nos convida a aplaudir a peça que encenamos ao longo do ano. Olho para trás e vejo um percurso cheio de altos e baixos, mas, acima de tudo, repleto de aprendizados.

“O ano termina. E o que você fez?” Eu vivi. Amei. Aprendi. Chorei. Sorri. Cresci. E assim, com o coração cheio de gratidão, despeço-me deste ano, pronto para receber o próximo com a certeza de que cada experiência, boa ou ruim, contribuiu para a construção do meu caminho. Que venha o novo ano, repleto de possibilidades e oportunidades de sermos melhores versões de nós mesmos.

Por Mirta Lourenço. Médica, professora, cronista e poetisa

*Este texto é de inteira responsabilidade da autora, e não reflete, necessariamente, a opinião do Revista Cariri

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