A população do Ceará está estimada em 9.268.836 habitantes, de acordo com os novos dados divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A contagem considera a situação até 1º de julho de 2025 e foi publicada no Diário Oficial da União.
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O número representa um crescimento de 0,38% em relação à estimativa de 2024, quando o estado registrava 9.233.656 habitantes.
Fortaleza concentra mais de 2,5 milhões de pessoas
Entre os municípios cearenses, Fortaleza continua sendo a cidade mais populosa, reunindo 2.578.483 moradores. No extremo oposto, Granjeiro aparece como a menor cidade em número de habitantes, com 4.955 pessoas.
📊 Destaques da pesquisa do IBGE
• A população brasileira foi estimada em 213.421.037 habitantes, alta de 5,1% em relação ao Censo de 2022, quando eram 203.062.512 brasileiros;
• O Ceará tem 9,2 milhões de habitantes, com Fortaleza liderando como maior município e Granjeiro como o menor;
• São Paulo permanece como a unidade da federação mais populosa, com 46.081.801 moradores (21,59% do total do país);
• Em seguida vêm Minas Gerais (21.393.441) e Rio de Janeiro (17.223.547);
• Roraima tem a menor população absoluta do país, com 738.772 habitantes;
• O maior crescimento populacional foi observado justamente em Roraima, com alta de 3,07% em relação ao ano anterior;
• Já os menores crescimentos ocorreram no Rio de Janeiro (0,02%), Alagoas (0,02%) e Rio Grande do Sul (0,03%).
Projeções indicam redução a partir de 2042
Apesar do avanço atual, o IBGE projeta que a população brasileira começará a encolher em 2042, seis anos antes do que se previa em 2018.
Segundo a projeção divulgada em 2024, até 2041 o país deve chegar ao pico populacional de 220 milhões de pessoas. A partir de então, a tendência será de queda, atingindo 199,2 milhões em 2070.
Esse ponto de virada, conhecido como ponto de inflexão, marca a mudança do crescimento para a redução populacional — um fenômeno que impactará diretamente áreas como previdência, mercado de trabalho e políticas públicas de longo prazo.
Por Fernando Átila










