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Polícia prende terceira pessoa pela morte de João Alberto no Carrefour

Fiscal aparece nas imagens ao lado dos seguranças durante o espancamento

24 de novembro de 2020
Polícia prende terceira pessoa pela morte de João Alberto no Carrefour

João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi espancado e morto por dois homens brancos em Porto Alegre (Foto: Reprodução/Redes sociais)

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A Polícia Civil prendeu na tarde de hoje uma terceira pessoa suspeita de envolvimento na morte de João Alberto Silveira Freitas, 40, ocorrida na última quinta-feira na unidade do Carrefour da zona norte de Porto Alegre. É a agente de fiscalização do Carrefour Adriana Alves Dutra, 51 anos, que nas imagens gravadas durante o espancamento de Beto, como era conhecida a vítima, está ao lado dos dois seguranças que o imobilizaram.

A informação da prisão temporária foi confirmada pela chefe da polícia, Nadine Anflor, durante entrevista coletiva no Palácio da Polícia, em Porto Alegre. Para a polícia, a agente de fiscalização foi omissiva em relação à morte de Beto, pois não tentou interferir. Adriana Dutra é acusada de ser coautora de homicídio triplamente qualificado, por motivo fútil, e também vai responder por uso de recurso que impossibilitou defesa e asfixia. Ela foi presa temporariamente e deve ficar detida por 30 dias.

Beto morreu após ser espancado por dois seguranças do Carrefour na última quinta-feira (19), na unidade localizada na zona norte de Porto Alegre. Os dois estão presos desde a noite do crime: Magno Braz Borges, 30, e o policial militar temporário Giovane Gaspar da Silva, 24.

A fiscal teve “papel decisivo” na morte de Beto, segundo a diretora do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), Vanessa Pitrez. “Ela teria o poder de comando sobre os dois seguranças. Por ter posição determinante, a lei contempla como coautora do homicídio. Foi solicitada a prisão temporária e, no meio da tarde, se apresentou na delegacia e foi a anunciada prisão”, disse.

Pitrez afirmou ainda que a prisão só ocorreu após se confirmar que a mulher não votava em Porto Alegre, onde há segundo turno no próximo domingo — a lei não permite a prisão cinco dias antes das eleições, ou seja, a partir de hoje. Ela mora em Alvorada, na região metropolitana de Porto Alegre, município no qual não haverá segundo turno.

A polícia informou que tentou prender Adriana Dutra durante o final de semana, mas ela não foi localizada. Na delegacia, a mulher disse que estava sofrendo ameaças e, por isso, deixou sua casa, de acordo com os investigadores.

Conforme a chefe da Polícia Civil, foram identificadas contradições no depoimento dela, que agora devem ser confirmadas pela polícia. Uma delas é que, inicialmente, a mulher afirmou que o policial militar temporário não trabalhava de segurança do local. Porém, em nova declaração à polícia disse que estava de férias e não sabia da contratação dele.

Durante as agressões, Adriana Dutra chegou a ameaçar um motoboy que estava filmando o espancamento no estacionamento do supermercado, com o intuito de parar a gravação. A agente de fiscalização também disse, quando Beto estava no chão, que os seguranças não iriam soltá-los pois ele poderia bater neles. Adriana também foi alertada sobre sua conduta por outro fiscal que disse que ela não “deveria conduzir daquele jeito”.

Procurada pela reportagem, a advogada Karla da Costa Sampaio, que defende Adriana Dutra, disse que não iria se manifestar. “No momento não vou prestar nenhum esclarecimento”, observou em mensagem enviada à reportagem.

Entenda o caso
Beto foi morto na última quinta-feira (19) no Carrefour da zona norte de Porto Alegre. Segundo a esposa dele, Milena Borges Alves, 43, o casal foi ao supermercado para comprar ingredientes para um pudim de pão e adquirir verduras. Gastaram cerca de R$ 60. Ela conta que ficaram poucos minutos no Carrefour e que Beto saiu na frente em direção ao estacionamento. Ao chegar ao local, Milena se deparou com o marido se debatendo no chão. Ele chegou a pedir ajuda, mas a esposa foi impedida de chegar perto dele.

Ontem, UOL teve acesso ao vídeo que mostra as agressões no estacionamento. A gravação começa com Beto desferindo um soco no PM temporário, que é seguida por chutes, pontapés e socos do segurança e do PM temporário.

A maior parte das imagens mostra a imobilização com uso da perna flexionada do segurança sobre as costas de Beto. O uso da “técnica” pode ter se estendido por mais tempo além dos 4 minutos, já que o vídeo foi cortado. Nos Estados Unidos, George Floyd foi mantido por 7 minutos e 46 segundos com o joelho do policial sobre o pescoço dele, segundo os promotores de Minnesota. No sábado, UOL havia mostrado imagens do momento de Beto no caixa, antes de descer para o estacionamento com os seguranças.

A morte de Beto gerou protestos em Porto Alegre e em outras partes do país. Na capital gaúcha, um grupo de 50 pessoas conseguiu acessar o pátio do mercado, mas recuar após atuação da Brigada Militar. Uma pessoa conseguiu invadir e pichou a fachada do prédio. Outros colocaram fogo em materiais.

Fonte: UOL

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