Os tradicionais orelhões, que durante décadas foram essenciais para a comunicação da população brasileira, estão com os dias contados. Com a popularização dos telefones celulares e o encerramento das concessões do serviço de telefonia fixa, mais de 37 mil aparelhos deverão ser retirados das ruas de diversas cidades do País a partir de 2026.
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📉 A medida atinge tanto orelhões ainda em funcionamento quanto aqueles que já se encontram inativos, marcando o fim de um símbolo histórico da telefonia pública no Brasil.
📆 Fim das concessões
A retirada dos aparelhos será possível porque, em 2025, se encerraram oficialmente as concessões do serviço de telefonia fixa das cinco empresas responsáveis pelos orelhões no País: Algar, Claro, Oi, Sercomtel e Telefônica. Com o término dos contratos, as operadoras deixam de ter a obrigação de manter telefones públicos nas vias urbanas.
📡 Compromisso com o serviço de voz
Mesmo sem a exigência de manter os orelhões, as empresas continuam obrigadas a assegurar a oferta de serviços de telecomunicação por voz, incluindo o atendimento público, em regime privado. Esse compromisso vale até 31 de dezembro de 2028, especialmente em localidades onde as operadoras sejam as únicas prestadoras do serviço, podendo utilizar diferentes tecnologias.
🚧 Início da retirada
A Oi foi a primeira empresa a iniciar o processo de adaptação e retirada dos orelhões. Já a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que deverá divulgar, em breve, mais detalhes sobre como ocorrerá o procedimento em relação aos aparelhos das empresas Algar, Claro e Telefônica.
📍 Situação da Sercomtel
No caso da Sercomtel, os orelhões ainda serão mantidos em sua área de concessão, que abrange os municípios de Londrina e Tamarana, no Paraná. A retirada só ocorrerá após a conclusão da adaptação do serviço para o regime privado.
Por Aline Dantas










