O Ceará recebeu, nesta segunda-feira (12), as primeiras doses da vacina contra a dengue produzidas pelo Instituto Butantan. O imunizante integra a estratégia nacional de vacinação coordenada pelo Ministério da Saúde e, neste primeiro momento, será destinado exclusivamente ao município de Maranguape, escolhido como cidade-piloto da iniciativa.
Curta, siga e se inscreva nas nossas redes sociais:
Facebook | X | Instagram | YouTube | Bluesky
Sugira uma reportagem. Mande uma mensagem para o nosso WhatsApp.
Entre no canal do Revista Cariri no Telegram e veja as principais notícias do dia.
O lote inicial conta com 3.200 doses, com previsão de chegada de novas remessas ainda ao longo do dia. De acordo com a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), até o próximo 15 de janeiro, o município deverá receber um total de 24.600 doses, quantidade suficiente para dar início à campanha local.
📅💉 Vacinação começa no Dia D
Com a chegada do imunizante, a vacinação em Maranguape terá início no Dia D de mobilização, marcado para este sábado (17). Nesta fase inicial, serão vacinados moradores do município com idade entre 15 e 59 anos.
Ao longo de toda a campanha, a previsão é de que 60.125 doses sejam enviadas ao município. A meta da Secretaria da Saúde é aplicar, já na primeira semana, cerca de 41% das doses iniciais destinadas à população local, ampliando rapidamente a cobertura vacinal.
🏙️🧪 Maranguape como cidade-piloto da estratégia nacional
Maranguape foi escolhida, ao lado de Botucatu (SP), para testar a nova estratégia de imunização com a vacina desenvolvida integralmente no Brasil pelo Instituto Butantan. O imunizante se diferencia por exigir apenas uma dose para garantir proteção contra a dengue.
A definição por iniciar a vacinação em poucas cidades tem como objetivo avaliar o impacto do novo imunizante na dinâmica de transmissão da dengue, antes de uma eventual ampliação da estratégia para outros municípios e estados.
🔬📊 Critérios técnicos para escolha do município
Segundo o Ministério da Saúde e a Sesa, Maranguape foi selecionada com base em critérios técnicos, como a qualidade das ações de vigilância em saúde desenvolvidas no município e a ausência, até o momento, de circulação significativa do sorotipo DENV-3, considerado um dos principais fatores de risco para a ocorrência de surtos da doença.
Por Aline Dantas









