Anúncio
Hospedagem de sites ilimitada superdomínios
Revista Cariri
  • Início
  • Últimas
  • Regionais
    • Crato
    • Barbalha
    • Juazeiro do Norte
    • Cariri
  • Segurança
  • Brasil
  • Política
    • Análises
  • Saúde
  • Classe A Rádio Hits
  • Rádio Forró das Antigas
  • Contato

Sem Resultado
Ver resultados
  • Início
  • Últimas
  • Regionais
    • Crato
    • Barbalha
    • Juazeiro do Norte
    • Cariri
  • Segurança
  • Brasil
  • Política
    • Análises
  • Saúde
  • Classe A Rádio Hits
  • Rádio Forró das Antigas
  • Contato
Sem Resultado
Ver resultados
Revista Cariri
Sem Resultado
Ver resultados
PUBLICIDADE

Consumo de ultraprocessados causa 57 mil mortes por ano no Brasil

Número é maior que total de homicídios no país em 2019, período analisado por estudo

7 de novembro de 2022
(Arte: O Joio e O Trigo)

(Arte: O Joio e O Trigo)

PUBLICIDADE

Um estudo realizado por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo), da Fiocruz, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e da Universidad de Santiago de Chile, publicado no American Journal of Preventive Medicine, pela primeira vez calculou o número de mortes prematuras (de 30 a 69 anos) associadas ao consumo de ultraprocessados no Brasil: são aproximadamente 57 mil óbitos por ano, com base em dados de 2019.

Curta e siga nossas redes sociais:

• Facebook
• Twitter

Sugira uma reportagem. Mande uma mensagem para o nosso WhatsApp.

Entre no canal do Revista Cariri no Telegram e veja as principais notícias do dia.

Só para se ter uma ideia, isso é mais do que o total de homicídios no país no mesmo período —foram 45,5 mil em 2019, segundo o Atlas da Violência— e do que a soma de mortes ao ano por câncer de pulmão (28,6 mil) e de mama (18 mil), os dois tipos de tumores que mais matam no país, segundo dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer)

Os ultraprocessados são formulações industriais feitas com partes de alimentos e que geralmente contêm aditivos sintetizados em laboratório, como corantes, conservantes e aromatizantes: são guloseimas industrializadas, salgadinhos de pacote, refrigerantes, pizzas congeladas, salsichas, nuggets etc.

Existe um conjunto crescente de pesquisas robustas apontando que o consumo desses produtos está relacionado ao aumento de peso e ao risco de várias doenças não transmissíveis, como diabetes, problemas cardiovasculares e câncer. Os autores do artigo partiram desse acúmulo de evidências para construir um modelo que leva em conta os riscos do consumo de ultraprocessados e os associa a mortes em geral.

Embora estudos de modelagem anteriores tenham estimado os impactos na saúde dos chamados “nutrientes críticos” —como sódio, gordura saturada e açúcar—, ainda não havia nenhum que calculasse as mortes prematuras atribuíveis ao consumo de ultraprocessados em geral.

(Arte: O Joio e O Trigo)

“Isso é importante porque o problema não está apenas nos nutrientes críticos. Há vários mecanismos pelos quais os ultraprocessados podem afetar a saúde: há discussões sobre mudanças na absorção dos nutrientes, além de evidências de que os ultraprocessados têm mecanismos inflamatórios e de que estão relacionados a alterações na microbiota intestinal. E há também o que chamamos de neocontaminantes, já que tanto o processo de fabricação quanto as embalagens dos ultraprocessados podem gerar ou introduzir contaminantes químicos nos alimentos”, aponta Eduardo Nilson, pesquisador do Nupens (Núcleo de Pesquisas em Nutrição e Saúde) da USP e um dos autores do trabalho.

Nilson aponta ainda que, justamente pelo fato de os ultraprocessados afetarem o organismo de tantas formas, ele e seus colegas optaram por estimar as mortes por todas as causas —e não apenas por doenças determinadas. Quando ele diz que o modelo inclui mortes por todas as causas, são todas mesmo, inclusive as não naturais. Isso pode parecer estranho à primeira vista, mas o autor explica: “Essa é uma forma de dimensionar a carga total de determinado fator de risco —nesse caso, o consumo de ultraprocessados— nas mortes totais na população desta faixa etária.”

Segundo o pesquisador, se não existisse nenhum consumo desses produtos, é claro que ainda haveria muitas mortes, já que pessoas continuariam sofrendo acidentes, sendo vítimas de homicídio, tendo doenças infectocontagiosas e até mesmo desenvolvendo doenças crônicas não transmissíveis, pois há muitos outros fatores de risco para elas. “Mas a ideia do estudo foi justamente estimar, entre as mortes prematuras por todas as causas possíveis, quantas são associadas ao consumo de ultraprocessados, pois os riscos relativos utilizados nos cálculos incorporam isso”, afirma ele.

Chegando aos números
Segundo a última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE —que englobou os anos de 2017 e 2018—, em média, 19,7% das calorias ingeridas pelos brasileiros vêm de ultraprocessados. Se pensarmos em um consumo de duas mil calorias por dia para uma pessoa, seriam cerca de 400 calorias provenientes de ultraprocessados —o que equivale a um pacote de macarrão instantâneo, por exemplo.

Para criar o modelo que calcula as mortes, os pesquisadores utilizaram as informações da POF junto com dados demográficos e de mortalidade para 2019. Acrescentaram a isso os riscos relativos a cada faixa de consumo de ultraprocessados. Esses riscos, por sua vez, foram calculados com base em uma recente metanálise— uma pesquisa extensa que revisou sistematicamente vários estudos sobre a relação entre o consumo de ultraprocessados e o estado de saúde.

“As estatísticas sobre o consumo de ultraprocessados e o risco disponível na literatura científica geraram um percentual que multiplicamos pelas mortes totais, para descobrir quantas são atribuíveis ao consumo”, explica Nilson.

Ao todo, 541,1 mil pessoas de 30 a 69 anos morreram no Brasil em 2019. Desse total de mortes, consideradas prematuras, 57 mil, ou 10,5%, foram associadas ao consumo de ultraprocessados, segundo a estimativa do modelo. A maioria das mortes atribuíveis aos ultraprocessados ocorreu entre homens (60%). Em relação à faixa etária, os óbitos foram mais numerosos entre pessoas entre 50 e 69 anos (68%).

Os pesquisadores estimaram ainda os óbitos que poderiam ser evitados se o consumo total desses produtos por parte dos brasileiros diminuísse. Caso a população como um todo reduzisse a proporção de ultraprocessados na ingestão total de energia em 10%, 20% ou 50%, seriam poupadas 5,9 mil, 12 mil e 29,3 mil vidas por ano, respectivamente.

São três cenários em que o Brasil já esteve:

“Reduzir o consumo em 20% seria retornar ao que tínhamos há apenas uma década. Ou seja, se não tivesse havido aumento no consumo, hoje teríamos 12 mil mortes a menos por ano. Já a redução de 50% equivale ao consumo que tínhamos ainda antes, nos anos 1990. Se nós já tivemos consumo menor, então é factível voltar a isso.”
Eduardo Nilson, pesquisador do Nupens

(Arte: O Joio e O Trigo)

Só que, em vez de diminuir, nosso consumo de ultraprocessados não para de crescer. “A gente vê uma tendência de crescimento dos ultraprocessados substituindo a dieta tradicional. Há vários motivos para isso, mas um fator determinante é, sem dúvidas, o preço: temos estudos mostrando que há uma tendência de redução nos preços dos ultraprocessados, enquanto o de alimentos frescos, in natura e minimamente processados está crescendo. Isso é muito cruel porque afeta principalmente as populações de menor renda, mais vulneráveis”, analisa o pesquisador.

Este ano, pela primeira vez, os ultraprocessados estão se tornando, na média, mais baratos do que os alimentos frescos.

O futuro é logo ali
Em alguns países de alta renda, como Estados Unidos e Canadá, os ultraprocessados já representam perto de metade do total de energia dietética consumida. O Brasil, com seus 19,7%, ainda não está lá. Mas o que acontece se o consumo continuar subindo?

Com o mesmo modelo utilizado na pesquisa, Nilson já fez estimativas nesse sentido. Se o Brasil se igualar ao México, onde a participação calórica de ultraprocessados é de 29,8%, as mortes atribuíveis a esse consumo podem praticamente dobrar, chegando a 113 mil.

Se chegarmos ao nível dos Estados Unidos (onde os ultraprocessados já representam em média 57% do consumo calórico), podemos ter, todos os anos, 194 mil mortes por conta desses produtos.

(Arte: O Joio e O Trigo)

Essas estimativas foram apresentadas recentemente à Rede Informas (uma rede global de organizações e pesquisadores que estuda sistemas alimentares, obesidade e doenças não transmissíveis).

Em relação às projeções, o modelo tem uma limitação importante: “Assim como outros modelos matemáticos, o nosso ainda não leva em conta o fator tempo”, diz Nilson, ressaltando que uma redução ou um aumento no consumo não leva imediatamente a mudanças no número de mortes —esse é um impacto que demora para se manifestar.

“A grande conclusão é que precisamos urgentemente adotar políticas públicas que reduzam esse consumo, o que está em consonância com o Guia Alimentar para a População Brasileira“, ele alerta.

O artigo frisa que, muito além de motivações individuais, o freio no consumo exige múltiplas intervenções e medidas de saúde pública. É preciso haver estímulo para o consumo de alimentos mais saudáveis: “Isso implica políticas de subsídios, compras institucionais de alimentos e fortalecimento da agricultura familiar. E o Brasil já teve políticas muito fortes em relação a isso”, lembra Nilson.

Ao mesmo tempo, é necessário desencorajar a ingestão de ultraprocessados. Nesse sentido, entre as medidas citadas pelo artigo estão a regulamentação da publicidade e da venda de ultraprocessados em ambientes escolares, a tributação desses produtos e a implantação de uma nova rotulagem frontal para industrializados, que alerte para seus potenciais malefícios.

Nilson nota que tais medidas já têm sido tomadas, com sucesso, em outros países. Há na América Latina boas experiências de taxação de categorias específicas, como bebidas açucaradas; restrições de publicidade de produtos ultraprocessados; e mudanças nos rótulos.

Em relação ao último ponto, o Brasil começou no dia 9 de outubro a implantação do novo modelo de rotulagem definido pela Anvisa, que consiste em um sistema de lupas adicionadas às embalagens para indicar o excesso de sal, açúcar e gorduras saturadas. Mas, como o Joio já apontou, o sistema escolhido pela Agência não era o mais indicado, segundo as melhores evidências científicas disponíveis. Em vez dele, a Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável defendia a adoção de um modelo inspirado no chileno, com figuras de alerta —pois já existem pesquisas mostrando que ele funciona.

Para Nilson, outro problema da nova rotulagem brasileira é que os critérios para classificação dos alimentos são menos rigorosos do que os recomendados pela Opas (Organização Panamericana de Saúde). Ou seja, menos produtos acabam recebendo a lupa de advertência. Para completar, a implementação será lenta: o novo rótulo só vale para produtos lançados a partir de agora, enquanto os que já estão no mercado terão mais tempo para adaptação.

Dados que apoiam mudanças
Segundo o autor, o modelo desenvolvido pode vir a ser incrementado para fazer uma série de novas estimativas. Uma das possibilidades é acrescentar o fator tempo, o que vai permitir calcular qual será o impacto real nas mortes daqui a alguns anos caso o consumo comece a ser reduzido hoje ou caso se mantenha a tendência de aumento.

Também será possível prever os impactos de novas medidas. Os efeitos de uma taxação maior para ultraprocessados, por exemplo, podem ser calculados a partir da relação entre o preço e o consumo.

“E dá ainda para quantificar o custo que o consumo de ultraprocessados gera para o SUS (Sistema Único de Saúde), ou mesmo as perdas econômicas para a sociedade em geral, devido à morte ou adoecimento de pessoas em idade economicamente ativa. São inúmeras possibilidades”, antevê o pesquisador.

Tudo isso é importante porque ajuda a embasar a formulação de novas políticas públicas. “Sabemos que o cenário de políticas regulatórias e fiscais é sempre difícil. E muitos dos dados utilizados para provocar mudanças vêm desse tipo de estudo. É interessante pensar no exemplo do tabaco: muito do que se avançou em termos de políticas relacionadas à substância foi por conta da existência de dados robustos, de fatores de risco bem estabelecidos e de cálculos de mortes atribuíveis ao tabaco”, compara Nilson.

*Esta reportagem foi produzida pelo O Joio e O Trigo: acesse aqui a versão original da matéria

Fonte: Viva Bem/UOL

Revista Cariri Recomenda

Canetas emagrecedoras têm alerta para pancreatite na bula (Foto: Samuel Pinheiro/Revista Cariri)
Saúde

Anvisa registra seis mortes suspeitas e casos de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil

7 de fevereiro de 2026
A pressão alta afeta o coração e pode comprometer vários órgãos (Imagem gerada por IA)
Saúde

Hipertensão compromete outros órgãos; confira 10 fatores de risco

7 de fevereiro de 2026
Pedro Marcelino foi picado por escorpião e recebeu atendimento na emergência do HRC (Foto: Divulgação/HRC)
Saúde

Hospital Regional do Cariri registra aumento de atendimentos por acidentes com animais peçonhentos

6 de fevereiro de 2026
Quase 7 em cada 10 pacientes com câncer desconhecem direitos durante tratamento, aponta pesquisa (Foto: Freepik)
Saúde

Maioria dos pacientes com câncer desconhece direitos garantidos por lei, revela pesquisa

6 de fevereiro de 2026
Próximos
Guilherme de Pádua e Juliana Lacerda em manifestação pró-Bolsonaro em Brasília (Foto: Reprodução/Instagram)

Guilherme de Pádua foi ator de filme erótico, stripper e apoiador de Bolsonaro

(Foto: Divulgação/SSPDS)

Polícia Civil prende duas pessoas em flagrante transportando drogas em Crato e Juazeiro do Norte

Geraldo Alckmin, Camilo Santana, Lula e Elmano de Freitas (Foto: Divulgação/Twitter Elmano de Freitas)

Camilo e Elmano têm encontro com Lula e Alckmin em São Paulo

Mais Lidas

  • (Foto: Freepik)

    Trava Zap: o que são as mensagens que travam o WhatsApp

  • Cariri bate recorde de novas empresas no primeiro semestre com crescimento de 42%

  • Famosos se manifestam contra fala de Bolsonaro, que chamou o Nordeste de “Paraíba”

  • Anvisa registra seis mortes suspeitas e casos de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil

  • Jovem de 23 anos sofre tentativa de homicídio à bala em Mauriti

© Revista Cariri - Desenvolvido por Clik Design.

Arquivos

  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019

Categorias

  • Análises
  • Avisos e Editais
  • Barbalha
  • Brasil
  • Cariri
  • Carreira & Oportunidades
  • Ceará
  • Colunistas
  • Conteúdo Patrocinado
  • Copa do Mundo 2022
  • Coronavírus
  • Cotidiano
  • CPI da Covid
  • Crato
  • Cultura
  • Curiosidades
  • Desmentindo boatos
  • Economia & Negócios
  • Educação
  • Eleições 2020
  • Eleições 2022
  • Eleições 2024
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Famosos
  • Geral
  • Juazeiro do Norte
  • Meio Ambiente
  • Morte do Papa Francisco
  • Mundo
  • Novelas
  • Opinião
  • Política
  • Posse de Lula
  • Regionais
  • Saúde
  • Segurança
  • Tecnologia


Canetas emagrecedoras têm alerta para pancreatite na bula (Foto: Samuel Pinheiro/Revista Cariri)
Saúde

Anvisa registra seis mortes suspeitas e casos de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil

7 de fevereiro de 2026

Seis mortes suspeitas e 225 casos de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras foram notificados à Agência Nacional de...

Leia Mais
Imóvel disponível pelos Correios na cidade de Catarina (Foto: Correios/VIP Leilões)

Correios colocam à venda seis imóveis no Ceará em leilões digitais; veja valores e como participar

7 de fevereiro de 2026
Baliza deixa de ser exigida no exame prático a partir de segunda (9) no Ceará (Imagem gerada por IA)

Detran-CE deixa de aplicar prova de baliza em exames práticos a partir de segunda-feira (9)

7 de fevereiro de 2026
Aniversário do PT reúne Lula, Camilo, Elmano, Evandro e Chagas na Bahia (Foto: Reprodução/Instagram)

Lula, Camilo, Elmano, Evandro e Chagas se reúnem para celebrar aniversário do PT na Bahia

7 de fevereiro de 2026
A pressão alta afeta o coração e pode comprometer vários órgãos (Imagem gerada por IA)

Hipertensão compromete outros órgãos; confira 10 fatores de risco

7 de fevereiro de 2026
Canetas emagrecedoras têm alerta para pancreatite na bula (Foto: Samuel Pinheiro/Revista Cariri)
Saúde

Anvisa registra seis mortes suspeitas e casos de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil

7 de fevereiro de 2026

Seis mortes suspeitas e 225 casos de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras foram notificados à Agência Nacional de...

Leia Mais
Imóvel disponível pelos Correios na cidade de Catarina (Foto: Correios/VIP Leilões)

Correios colocam à venda seis imóveis no Ceará em leilões digitais; veja valores e como participar

7 de fevereiro de 2026
Baliza deixa de ser exigida no exame prático a partir de segunda (9) no Ceará (Imagem gerada por IA)

Detran-CE deixa de aplicar prova de baliza em exames práticos a partir de segunda-feira (9)

7 de fevereiro de 2026
Aniversário do PT reúne Lula, Camilo, Elmano, Evandro e Chagas na Bahia (Foto: Reprodução/Instagram)

Lula, Camilo, Elmano, Evandro e Chagas se reúnem para celebrar aniversário do PT na Bahia

7 de fevereiro de 2026
A pressão alta afeta o coração e pode comprometer vários órgãos (Imagem gerada por IA)

Hipertensão compromete outros órgãos; confira 10 fatores de risco

7 de fevereiro de 2026
  • Anuncie
Sem Resultado
Ver resultados

© Revista Cariri - Desenvolvido por Clik Design.