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Covid: Como lidar com a ômicron diante do aumento de infecções?

"A ômicron tem uma capacidade de transmissão muito maior do que tudo o que a gente viu até agora na pandemia", diz médico

11 de janeiro de 2022
Covid: Como lidar com a ômicron diante do aumento de infecções?

(Foto: Ergin Yalcin/Getty Images)

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Responsável por novo aumento nas hospitalizações por Covid-19, a ômicron já é considerada a variante mais contagiosa do coronavírus. Embora o poder público tenha cancelado o Carnaval em diversas cidades brasileiras e a imunização avance, médicos ouvidos recomendam “precaução em dobro”, principalmente para proteger as crianças.

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A reportagem ouviu infectologistas sobre as melhores práticas para se proteger da ômicron em um contexto em que autoridades não sinalizam a adoção de medidas mais restritivas. Os médicos recomendam recuos em relação ao retorno presencial ao trabalho, reforço no uso de máscaras e a preferência por aulas à distância.

“A ômicron tem uma capacidade de transmissão muito maior do que tudo o que a gente viu até agora na pandemia”, diz Noaldo Lucena, da Fundação de Medicina Tropical de Manaus. “Famílias inteiras estão se infectando”, alerta Hélio Bacha, do Hospital Albert Einstein.

A ômicron provoca quadros graves?
Apesar de pesquisas indicarem que as primeiras variantes tenham sido mais letais, a nova cepa também pode provocar internações, segundo explica Lucena, que é infectologista.

“Como agora o coronavírus é muito mais contagioso, ele pode acometer uma população muito maior”, o que significa que não está descartada a chance de as pessoas desenvolverem quadros clínicos graves.

“Ser menos perigosa não quer dizer que não provoque casos graves”, reforça o médico. “E por ser muito contagiosa, pode lotar os hospitais”, reduzindo a oferta de leitos.

Devo aposentar a máscara de pano?
Especialista em doenças inflamatórias e infecciosas, o professor da USP de Ribeirão Preto Flávio Protásio Veras lamenta a falta de testes em massa no Brasil, “que servem para encontrar os infectados e orientar isolamento”.

Sem os testes à disposição, Veras orienta evitar aglomerações e reforçar o uso de máscaras, de preferência do tipo PFF2/N95 —elas têm maior poder de filtragem do ar do que as cirúrgicas ou as de pano.

Esse tipo de máscara é indicado para locais de aglomeração, como hospitais, mercados e transporte público. Diante de uma cepa mais contagiosa, a PFF2 passa a ser a melhor opção.

“A PFF2, sem dúvida nenhuma, é melhor se comparada com a máscara de pano”, diz o médico. “Essas máscaras são mais modernas” e se ajustam melhor ao rosto, evitando que o vírus chegue às vias respiratórias.

Lucena acrescenta que o momento exige ainda mais rigor no uso de “álcool em gel, lavagem das mãos e isolamento social”.

De volta ao home office?
O infectologista Hélio Bacha diz que “estamos vivendo uma condição muito precária de isolamento” após a flexibilização das medidas restritivas nos últimos meses de 2021.

“Os cuidados têm de ser redobrados”, afirma Bacha, que é membro da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia). “O transporte público está lotado e muita gente não usa máscara nas ruas, principalmente no interior de São Paulo.”

Ele defende “uma política mais inteligente de trabalho”, como “fazer turnos para evitar aglomeração em transporte urbano e retomar o home office para funções não essenciais”.

Fuja das festas
Veras, da USP, atribui o aumento das hospitalizações às festas de fim de ano, “como também aconteceu na virada de 2020, quando tivemos o pico da pandemia”. Ele elogia o cancelamento do Carnaval de rua em cidades brasileiras, como São Paulo e Rio de Janeiro.

“São medidas necessárias. O Carnaval cria empregos informais, mas uma população doente não consegue trabalhar”, diz o médico, ao alertar que aglomerações podem resultar em novas cepas do vírus.

“Os estudos indicam que a ômicron não é tão severa, mas ela precisa ser contida porque, a partir desses contágios, podem surgir outras variantes mais perigosas, que driblem as vacinas”, diz. “O comum é que o vírus fique menos letal a cada mutação, mas a gente não sabe. É um rearranjo ao acaso da natureza.”

Para Lucena, “a economia não vai suportar isolamento completo”, mas é preciso “começar a pensar em restringir aglomeração para evitar lockdown”.

Aulas devem voltar a ser remotas?
Bacha diz que a ômicron é tão contagiosa que agora “não é uma pessoa, mas a família inteira contaminada”, um perigo extra às crianças entre cinco e 11 anos, ainda sem vacina à disposição em razão do atraso na compra por parte do Ministério da Saúde.

“A contaminação de crianças entre cinco e 11 anos é maior pela ômicron do que pelas outras variantes. Na Itália, um terço dos novos casos atualmente se dá nessa faixa etária”, diz o médico, que atribui o fato “a uma predileção” da nova cepa por essa faixa de idade “e porque as crianças ainda não foram imunizadas”.

“A recomendação é estudo remoto. A volta às aulas na Itália será à distância porque é a melhor forma de proteger as crianças no curto prazo”, afirma.

“Já deveríamos estar vacinando as crianças. A vacina é segura e a faixa etária responde bem ao imunizante.”
Hélio Bacha, infectologista

Maior adoção do passaporte vacinal
Para Bacha, em quase dois anos, “a pandemia mudou muito” —isso porque, com o avanço da cobertura vacinal e o surgimento da ômicron, as formas de manifestação clínicas da doença mudaram.

Com isso, ele defende uma nova estratégia que envolva a revisão das flexibilizações de isolamento.

“Transporte público, hospitais e voos domésticos estão desprotegidos”, observa. “Os voos vão apinhados de gente, mas falta vigilância em viagens nacionais.”

Veras defende a adoção do passaporte vacinal não apenas nos aeroportos, mas em estabelecimentos como bares, restaurantes e viagens intermunicipais de ônibus.

“A apresentação de passaporte de vacina pode ser eficaz em viagens interestaduais porque as pessoas estão viajando doentes”, diz.

Vacinar os atrasados
Além de vacinar crianças depois que o imunizante desembarcar no Brasil, no próximo dia 13, os três especialistas defendem a vacinação como a principal forma de evitar hospitalizações.

Lucena chama a atenção para aqueles que não voltaram para tomar a segunda dose do imunizante. “Essas pessoas não são consideradas plenamente vacinadas e seus casos podem evoluir para a forma grave da doença”, diz ele.

“A vacina não foi feita para não contrair a doença. O propósito dela é evitar casos graves, internações em UTI [Unidade de Terapia Intensiva] e óbito.”
Noaldo Lucena, infectologista

Se ficar doente, procuro hospital ou UBS?
Uma vez infectado, diz Lucena, é preciso procurar ajuda especializada.

“Se os sintomas forem leves, procure uma UBS [Unidade Básica de Saúde]”, diz. “Mas se o quadro piorar depois de três, quatro dias ou se sentir dores no corpo, falta de ar e dores de cabeça, recorra ao pronto atendimento.”

Ele discorda da tese de que profissionais de saúde podem retornar ao trabalho antes dos 14 dias de isolamento. A Anahp (associação que reúne hospitais da rede particular) pediu ao Ministério da Saúde a redução no tempo de isolamento dos profissionais afastados.

“É muito prematuro esse tipo de decisão”, afirma. “Não há dados suficientes que garantam que nós profissionais de saúde estaremos seguros após quarentena menor.”

Fonte: UOL

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