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Bolsonaro não vai à cúpula do G20 sobre pandemia, e Brasil vai ao fim da fila

O evento, organizado pelo governo italiano, contou com alguns dos principais chefes de Estado e de governo do mundo, com um compromisso de garantir acesso às vacinas e um plano para que a atual crise seja a "última pandemia"

21 de maio de 2021
(Foto: Adriano Machado/Reuters)

(Foto: Adriano Machado/Reuters)

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O mundo se reuniu para buscar uma resposta à crise sanitária. Mas o presidente Jair Bolsonaro optou por não participar. Ele foi um dos poucos líderes do G-20 a não participar da cúpula do grupo, realizada nesta sexta-feira, para tratar do maior desafio do planeta em décadas. O evento, organizado pelo governo italiano, contou com alguns dos principais chefes de Estado e de governo do mundo, com um compromisso de garantir acesso às vacinas e um plano para que a atual crise seja a “última pandemia”.

Entre os pontos aprovados pela Declaração de Roma, governos estabeleceram o que é a base de uma futura defesa coletiva contra pandemias. Não por acaso, a UE chamou o projeto de “histórico” e um “claro não ao nacionalismo”. Mas Bolsonaro tinha outras prioridades.

A cúpula — virtual — contou com os líderes do Reino Unido, Holanda, México, Indonésia, Itália, Japão, Canada, Espanha, França, Alemanha, China, Argentina, Turquia, África do Sul e Coreia do Sul, além dos chefes da FAO, Banco Mundial, UE, OMC, OCDE, FMI, OMS, ONU e outras instituições internacionais.

Outros países convidados e que não fazem parte do G-20 também enviaram seus presidentes ao evento, como Noruega, Portugal (presidente do Conselho Europeu), República Democrática do Congo (presidente da União Africana), Cingapura, Suíça, Ruanda e outros.

Nem todos falaram ao vivo e os organizadores ofereceram a possibilidade de gravar as mensagens. No programa distribuído pela UE em sua transmissão do evento por redes sociais, o nome do presidente brasileiro fazia parte da lista de participantes.

Mas um dos epicentros da pandemia no mundo, o Brasil, foi representado apenas pelo chanceler Carlos França. Por uma questão de protocolo, seu discurso foi deixado para o final da fila, quase o último do evento e depois mesmo dos países que sequer fazem parte do G-20 e apenas tinham sido convidados.

Brasil não fala em quebra de patentes e diz que quer ajudar países pobres
França, ao tomar a palavra, explicou que, desde quinta-feira, Bolsonaro estava viajando e por isso não pode participar. Mas sinalizou um discurso diferente de seu antecessor, Ernesto Araújo.

Segundo o novo chanceler, a pandemia precisa de “mais cooperação internacional”. Ele aplaudiu o trabalho da OMS e acenou que poderia participar de outras iniciativas da agência de Saúde para dar uma resposta global.

Mas o chanceler ainda criticou a falta de distribuição de vacinas, alertando que o compromisso do G-20 em garantir doses para todos “infelizmente não está ocorrendo”. “Enquanto alguns países têm amplos estoques de vacinas, os mais pobres estão sofrendo”, disse.

Segundo ele, o Brasil já obteve 90 milhões de doses de vacinas e administrou 55 milhões. “Com mais vacinas, poderíamos acelerar esse processo para vacinar 2,4 milhões por dia”, disse.

Para acelerar a vacinação e lutar contra a pandemia, o governo brasileiro defendeu “medidas concretas para ampliar a produção” de doses em um maior número de países e promover a transferência de tecnologia. Mas o Itamaraty não citou a possibilidade de uma suspensão de patentes, como é proposto por países em desenvolvimento e pelos EUA na OMS.

Ao longos dos últimos meses, o Brasil tem evitado dar seu apoio ao projeto de suspender as patentes de vacinas para permitir que versões genéricas sejam produzidas.

Segundo o chanceler, o Brasil reconhece a existência de flexibilidades nos acordos de propriedade intelectual. Mas insistiu na tecla de que a busca por acordos com empresas é o caminho. Para França, a participação das empresas será “essencial” e o governo está negociando a transferência de tecnologia.

O chefe do Itamaraty ainda deixou claro aos demais países que o Brasil “ainda precisa de ajuda internacional”. Mas acenou que o governo quer começar a ajudar outros países em desenvolvimento, principalmente na América do Sul e na África. Isso, porém, “assim que for possível”.

Além do Brasil, apenas a Austrália, Arábia Saudita participaram do evento com ministros. Já a Rússia foi representada pela vice-primeira-ministra. Joe Biden enviou sua vice, Kamala Harris. Ela anunciou investimentos na Covax, o mecanismo de distribuição de vacinas. “Vamos continuar a fazer doações”, disse.

Harris ainda confirmou que o mundo precisa investir em preparação. No discurso, ela criticou ainda presidentes que não dão prioridade à saúde e que relegam o assunto apenas aos ministros. “Precisamos de líderes da Saúde”, defendeu.

A ausência de Bolsonaro não foi recebida por negociadores estrangeiros como uma surpresa, diante da postura do presidente às iniciativas multilaterais e de seu histórico de usar os eventos internacionais para atacar parceiros.

Mas, segundo os europeus, o envio apenas de um ministro ao evento alimentou a imagem de que a cooperação internacional contra o vírus não é prioridade do presidente.

Durante a cúpula, o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreysus, alertou que ações precisam ser tomadas e que os compromissos assumidos devem ser traduzidos em iniciativas concretas. Segundo ele, há um “fracasso da humanidade” na distribuição de vacinas. “A pandemia mata nove pessoas no mundo por minuto e isso vai continuar”, alertou. “O G-20 acumula 90% das vacinas do mundo e tem condições de vacinar o mundo”, insistiu.

Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido, lamentou como a comunidade internacional está “desunida” na resposta à crise, enquanto os líderes do setor de saúde indicaram que, com vacinas, poderão salvar a vida de 800 mil pessoas nos países mais pobres até o final do ano.

Países e empresas anunciam doações de 3,5 bi de vacina, mas não há acordo sobre patentes
Mas, sem um acordo sobre como suspender patentes de vacinas, líderes do G-20 se limitaram a aprovar uma declaração que prevê o compromisso da doação de bilhões de doses para as economias mais pobres do mundo e que, por enquanto, têm ficado à margem da distribuição dos imunizantes.

De acordo com os organizadores da cúpula, as empresas do setor farmacêutico estão dispostas a enviar 1,3 bilhão de doses de vacinas para os países mais pobres e emergentes, seja sem lucros, seja com preços mais baixos. Para 2022, mais 1,3 bilhão está garantido.

Países como Noruega, Espanha, Itália, França e Alemanha anunciaram mais de 100 milhões de doses em doações aos países mais pobres. Além disso, os europeus começar a avaliar um plano de 1 bilhão de euros para incrementar a produção de remédios na África.

Mas governos como o da Índia, África do Sul, Argentina e China defendiam a ideia de que a declaração final fizesse uma referência explícita à suspensão de patentes, o que permitiria que as doses pudessem ser produzidas pelo mundo e com preços mais baixos. Isso, porém, não ocorreu.

O governo de Joe Biden surpreendeu o mundo ao dar seu sinal verde à proposta. Mas o projeto é alvo de resistência na Europa, que insiste que as patentes precisam ser protegidas e que a melhor forma de garantir vacinas é a de fechar acordos entre empresas e países mais pobres.

Sem um entendimento, a cúpula do G-20 terminou nesta sexta-feira com um texto que apenas fala em transferências voluntárias de tecnologia, fim de qualquer limitação às exportações e uma resposta à crise baseada em doações.

Ainda que aplaudida, a declaração final foi permeada por dúvidas diante do real compromisso de governos ricos em aplicar o que prometeram.

Antonio Guterres, secretário-geral da ONU, fez questão de alertar que a pandemia continua a causar uma profunda crise nos países em desenvolvimento, muitos deles ainda sem vacinas. “Temo que o pior esteja ainda por vir”, alertou.

Segundo ele, 82% das vacinas foram distribuídas até agora para países ricos. Já os mais pobres receberam apenas 0,3%. Ainda que tenha aplaudido a iniciativa de Roma, Guterres fez um alerta de que a declaração não pode ser apenas mais uma iniciativa vazia. “Precisamos de um mecanismo para implementar e saber como isso vai ser traduzido na prática”, afirmou.

“Estamos em guerra com o vírus e precisa de uma economia de guerra e não estamos fazendo isso”, afirmou.

Segundo ele, o mecanismo global de distribuição de vacinas deveria ter entregue 270 milhões de doses até o final de maio. Mas conseguiu enviar aos países mais pobres apenas 65 milhões. Para Guterres, isso é culpa do nacionalismo e da falta de acesso à tecnologia.

Por Jamil Chade

Fonte: UOL

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