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Baixo efetivo de policiais ambientais dificulta fiscalização no Ceará

Atualmente, menos de 300 agentes são responsáveis por coibir os crimes contra o meio ambiente. Número não é suficiente para cobrir todas as regiões do Estado

29 de julho de 2019
Baixo efetivo de policiais ambientais dificulta fiscalização no Ceará

Um tucano foi resgatado, no mês passado, em Fortaleza. O animal foi encontrado dentro de uma academia no bairro Vila União (Foto: Natinho Rodrigues)

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O número de animais apreendidos nos primeiros seis meses de 2019 representa pouco menos de 4% do total registrado em igual período do ano passado, conforme levantamento da Polícia Militar do Meio Ambiente do Ceará. No primeiro semestre deste ano, foram 3.655 apreensões relacionadas à caça ilegal e crimes ambientais no Estado, contra 3.758 animais aprendidos nos primeiros seis meses de 2018.

Em média, são mais de 20 animais, a maioria aves, apreendidos por dia. Diante do alto número, a Associação Caatinga avalia que, caso o efetivo policial fosse maior, muitos animais, sobretudo os ameaçados de extinção, não seriam alvos fáceis da caça e venda ilegal. Atualmente, apenas 298 policiais ambientais atuam no combate a crimes ambientais no Ceará. Eles estão lotados nas três Companhias existentes: Fortaleza, Juazeiro do Norte e Sobral.

O maior número está concentrado na capital cearense, 205, na 1ª Cia. No Cariri, são 50 policiais ambientais na 2ª Cia, e na Zona Norte, 43, na 3ª Cia. O efetivo diminuto deixam desprotegidas, sobretudo, as unidades de conservação, cujas áreas extensas concentram uma grande quantidade de espécies nativas.

Caso a fiscalização fosse mais rígida e abrangente, observa o coordenador de Educação Ambiental da Associação Caatinga, Sandino Silva, muitos animais vítimas da caça não estariam, hoje, ameaçados de extinção. “Sabemos que ela (caça) é alimentada pelo comércio ilegal nas grandes cidades, em feiras clandestinas, e que muitas pessoas com poder aquisitivo alto encomendam animais silvestres abatidos para servir como iguaria. A caça é uma prática antiga no Brasil inteiro. Hoje, sabemos que a motivação é muito mais recreativa do que para a sobrevivência e que a conscientização daqueles que compram animais silvestres é tão crucial quanto o trabalho de fiscalização contra a caça”.

A tenente Luziane Freire reconhece o limitado número de oficiais no Ceará e, diante disso, explica que as ações são estrategicamente desempenhadas em áreas de risco. “Realizamos operações constantemente nas regiões onde há denúncias dos órgãos ambientais. A participação da população também é muito importante. As pessoas podem fazer as denúncias anônimas pelo 190”, explica.

Conscientização
Frente a dificuldade de, a curto prazo, aumentar o efetivo de policiais ambientais, Sandino destaca como alternativa o investimento em campanhas educativas na área.

“A solução é um trabalho consistente de educação ambiental, a fim de alertar as pessoas para os malefícios da caça”, pontua o coordenador da Associação Caatinga, ao destacar algumas espécies da fauna brasileira que estão ameaçadas de extinção, como o tatu-bola, a onça-parda, o soldadinho-do-araripe e o periquito-cara-suja.

Fonte: Diário do Nordeste

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