Anúncio
Hospedagem de sites ilimitada superdomínios
Revista Cariri
  • Início
  • Últimas
  • Regionais
    • Crato
    • Barbalha
    • Juazeiro do Norte
    • Cariri
  • Segurança
  • Brasil
  • Política
    • Análises
  • Saúde
  • Classe A Rádio Hits
  • Rádio Forró das Antigas
  • Contato

Sem Resultado
Ver resultados
  • Início
  • Últimas
  • Regionais
    • Crato
    • Barbalha
    • Juazeiro do Norte
    • Cariri
  • Segurança
  • Brasil
  • Política
    • Análises
  • Saúde
  • Classe A Rádio Hits
  • Rádio Forró das Antigas
  • Contato
Sem Resultado
Ver resultados
Revista Cariri
Sem Resultado
Ver resultados
PUBLICIDADE

Sem apresentar provas, Bolsonaro diz desconfiar do número de vítimas do coronavírus: “Infelizmente, algumas mortes terão, paciência”

Para ele, os números podem estar superdimensionados

27 de março de 2020
Sem apresentar provas, Bolsonaro diz desconfiar do número de vítimas do coronavírus: “Infelizmente, algumas mortes terão, paciência”
PUBLICIDADE

Em meio a um embate com o governador João Doria (PSDB), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse na tarde desta sexta-feira (27) que não acredita nos números de casos de coronavírus no estado de São Paulo. Para ele, os números podem estar superdimensionados.

O número de óbitos relacionados ao novo coronavírus no estado de São Paulo cresceu 209% em cinco dias, segundo balanço da Secretaria da Saúde divulgados nesta sexta-feira. No último domingo (22), o estado registrava 22 mortes, contra 68 agora.

“Está muito grande para São Paulo. Tem que ver o que está acontecendo aí. Não pode ser um jogo de números para favorecer interesse político”, disse o presidente em entrevista ao apresentador José Luiz Datena, da TV Bandeirantes. O jornalista insistiu no questionamento, indagando se ele não acreditava nos dados de São Paulo. “Não estou acreditando nesse número”, afirmou Bolsonaro.

Antes, sem querer confirmar que estava falando de São Paulo, acusou que está havendo uma fraude.

“Sem querer polemizar com ninguém, tem um estado aí que orientou por decreto que, em última análise, se não tiver uma causa concreta do óbito, bota lá coronavírus para colar”, afirmou.

“Procura saber, por estado, quantos morreram por H1N1 até o momento. Não é que eu queria que tenha morrido. Ano passado foram 700 pessoas mais ou menos. Vai ter que ter alguém que morreu este ano disso aí. Se for todo mundo com coronavírus, é sinal de que o estado está fraudando a causa mortis daquela pessoa, querendo fazer uso político de números. Isso a gente não pode admitir”.

“Vamos enfrentar o vírus. Vai chegar, vai passar. Infelizmente, algumas mortes terão, paciência, acontece, e vamos tocar o barco”, afirmou.

“Porque as consequências, depois, dessas medidas equivocadas [decretos dos estados e municípios fechando o comércio], vão ser muito mais danosas do que o próprio vírus. Não podemos ter um remédio que final das contas a dose vai ser tão grande que o número de problemas vai ser muito maior que o vírus em si. É questão de bom senso”, acrescentou.

Ao chegar no Palácio da Alvorada no fim da tarde desta sexta, Bolsonaro foi questionado por jornalistas sobre suas afirmações. Ele disse que está analisando o decreto de São Paulo sobre o tema. “Pelo o que parece sempre que possível bota um Covid-19 ali [na causa mortis]. Agora o número de mortes em São Paulo é muito maior do que no Rio de Janeiro. É um número de 60 mais ou menos [são 68], que fica difícil para estatística. Espero que pare por aí”.

O presidente foi perguntado uma primeira vez o que Doria ganharia ao inflar números de mortes no estado.

“Por favor. Não quero fazer… não vai levar para fofoca aqui. João Doria faça a sua parte lá e eu faço a minha aqui”, respondeu.

Em seguida, Bolsonaro foi questionado por provas que embasassem sua acusação.

“Ô cara, você vê números, cara. Não vou mais responder a você”, reagiu o mandatário, dirigindo-se ao repórter.

À TV Bandeirantes o presidente pôs em dúvida ainda os números de casos na Itália, país que registrou nesta sexta 919 novas mortes provocadas pelo novo coronavírus, o maior número diário desde que a pandemia atingiu o país, no começo deste ano. O recorde anterior havia sido registrado em 21 de março, quando 793 pessoas morreram.

“O vírus evolui. Nós temos informações do mundo todo de como as pessoas estão sendo tratadas. Inclusive, certos mitos estamos desfazendo, como a questão das mortes na Itália. A maioria das mortes não tem nada a ver com o coronavírus, nada a ver. São pessoas que estavam em uma região fria e todos com uma média de idade de 80 anos”, disse Bolsonaro.

Ele afirmou que terá uma reunião com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, neste sábado (28), no Palácio da Alvorada, para dar um “pequeno redirecionamento do que está sendo feito até agora”.

Bolsonaro disse que, entre as mudanças que serão discutidas, está uma possível adoção do isolamento vertical, aquele em que apenas integrantes do grupo de risco ficariam isoladas. Ele disse que há também a ideia de contratar hotéis para acolhimento de idosos infectados e outros para não infectados.

“Para nós, aqui no Brasil, pode ser que não seja tudo isso que aconteceu em alguns países”, afirmou o presidente.

Bolsonaro disse que o país tem que voltar à normalidade “imediatamente” e voltou chamar a Covid-19 de “gripezinha”.

Ele também voltou a estimular as pessoas a voltarem ao trabalho e indagou se “vamos quebrar o Brasil por causa do vírus”.

“O Brasil tem que trabalhar. O maior remédio para qualquer doença é o trabalho. Temos que trabalhar”, disse Jair Bolsonaro. “Estamos tomando providências para que quem tem emprego vá trabalhar. Porque depois que perder, vai levar anos para conseguir de volta, e as consequências são enormes.”

Sobre projeções de mortes no Brasil feitas por pesquisadores estrangeiros, Bolsonaro disse que, para ele, trata-se de “chute” e que “deve ter algum interesse econômico”.

O presidente também foi questionado sobre os resultados de seus testes de coronavírus. Bolsonaro disse que ambos tiveram resultado negativo, mas nunca apresentou o comprovante do laboratório.

Bolsonaro afirmou que, por precaução, seus exames são feitos com o nome dele em código. “Se mostrar os códigos vão falar que é mentira”, disse o presidente.

Indagado sobre o trabalho de Mandetta, que somente nesta semana modulou seu discurso para se aproximar ao de Bolsonaro, o presidente fez elogios, mas disse que nenhum de seus ministros tem “total liberdade” e insistiu na intenção de mudar a estratégia de isolamento no país.

“Aqui não sou eu isolado e cada ministro faz o que der na cabeça”, afirmou. “Tenho o poder de interferir e vou continuar interferindo, sem problema nenhum”, disse.

“Tem um comandante no navio. Não é cada um remando para um lado de acordo com seu interesse”, afirmou Bolsonaro.

Em outro momento da entrevista, Datena perguntou se Bolsonaro seria capaz de dar um golpe. “Quem quer dar o golpe jamais vai falar que vai dar”, respondeu o presidente, ao negar qualquer tipo de iniciativa nesse sentido.

Ele também comentou seu relacionamento com o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) que, na quarta-feira (25), disse que o posicionamento do governo é único para o combate do novo coronavírus e defendeu o isolamento e distanciamento social.

Sobre o pronunciamento de Bolsonaro em rede nacional, na terça (24), Mourão disse que talvez ele não tenha se expressado da melhor forma.

“Ele é mais tosco do que eu. É muito mais tosco do que eu”, afirmou Boslonaro, acrescentando que seu vice é “pau para toda obra” e que é “o único que não é demissível”.

Fonte: Folhapress

Revista Cariri Recomenda

Elmano de Freitas apresenta balanço de 2025, destaca investimentos recordes e avanços sociais
Política

Elmano de Freitas apresenta balanço de 2025, destaca investimentos recordes e avanços sociais

2 de fevereiro de 2026
TRE-CE mantém cassação de vereadores do MDB em Farias Brito por fraude à cota de gênero
Política

TRE-CE mantém cassação de vereadores do MDB em Farias Brito por fraude à cota de gênero

27 de janeiro de 2026
Lula: reunião com Trump foi ‘ótima’, e tarifa e sanções vão ser negociadas ‘imediatamente’
Política

Lula conversa com Trump sobre Venezuela, ONU e combinam visita a Washington

26 de janeiro de 2026
“Está prevalecendo a lei do mais forte”, diz Lula ao criticar Trump e defender o multilateralismo
Política

“Está prevalecendo a lei do mais forte”, diz Lula ao criticar Trump e defender o multilateralismo

24 de janeiro de 2026
Próximos
OMS reúne 50 ministros da Saúde de todo o mundo. O do Brasil não comparece

OMS reúne 50 ministros da Saúde de todo o mundo. O do Brasil não comparece

Governo do Ceará investe R$ 245 milhões e cria 574 leitos extras para enfrentamento ao coronavírus

Governo do Ceará investe R$ 245 milhões e cria 574 leitos extras para enfrentamento ao coronavírus

Casos de coronavírus chegam a 282 em 13 dias no Ceará; não há registro de mais mortes

Casos de coronavírus chegam a 282 em 13 dias no Ceará; não há registro de mais mortes

Mais Lidas

  • Delete já: vírus que rouba contas bancárias foi encontrado em 10 apps; veja lista

    Trava Zap: o que são as mensagens que travam o WhatsApp

  • Elmano autoriza novo concurso para professores da rede estadual do Ceará em 2026

  • Ceará entra em alerta de “perigo potencial” para chuvas e ventos em 95 municípios

  • Elmano de Freitas apresenta balanço de 2025, destaca investimentos recordes e avanços sociais

  • Baliza deixa de ser exigida na prova prática da CNH no Ceará

© Revista Cariri - Desenvolvido por Clik Design.

Sem Resultado
Ver resultados

© Revista Cariri - Desenvolvido por Clik Design.

Controle sua privacidade
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento.
Funcional Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
Gerenciar opções Gerenciar serviços Manage {vendor_count} vendors Leia mais sobre esses propósitos
Ver preferências
{title} {title} {title}
WhatsApp chat